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Luís Reis Ribeiro

Por Luís Reis Ribeiro

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"não ,é afinal como diz o primeiro ministro mas é sim depoi de 2015 e..."

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  • Quantos perdem ambos os subsídios?
  • Qual serão os cortes de rendimento?
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Ex-funcionários públicos são mais penalizados, mas cerca de 435 mil pensionistas perdem os dois apoios em simultâneo

Um terço dos reformados fica sem subsídio de férias ou Natal em 2012 e 2013

14/10/2011 | 00:50 | Dinheiro Vivo

Os próximos dois anos vão ser “graves” e “terríveis” para quem ganha mais de 485 euros de reforma. Quase um terço dos pensionistas portugueses, cerca de 716 mil pessoas, vai ficar sem subsídio de Natal ou de férias, ou ambos, em 2012 e 2013. As medidas atingem os beneficiários dos dois subsistemas: a CGA - Caixa Geral de Aposentações (ex-funcionários públicos) e o regime geral da Segurança Social.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou ontem que “teremos de eliminar os subsídios de férias e de Natal para quem tem pensões superiores a 1000 euros por mês”. E quem ganha entre 485 euros (o salário mínimo) e 1000 euros também terá de pagar a factura, ainda que por metade: ficará sem um desses subsídios, explicou.

Contas feitas, significa que as pessoas do escalão dos 485 a 1000 euros vão sofrer um corte de 7% no rendimento anual bruto; no escalão seguinte (1000 euros ou mais) os pensionistas ficam com menos 14%.

Dois exemplos: uma reforma de 550 euros dá 7700 euros anuais que, nos próximos dois anos, emagrecem até 7150 euros. No caso de uma pessoa que ganha 1500 euros, o ganho anual afunda de 21000 para 18000 euros.

O corte de pensões, que Passos Coelho lamentou ter de anunciar, irá vigorar até ao final do programa de intervenção da ‘troika’. Isto é, se tudo correr bem, só em 2014 é que os reformados voltarão a receber 14 meses de pensão.

O chefe do Governo PSD-CDS repetiu, no entanto, que não tocará nas pensões mínimas (sociais, rurais, apoios que costumam rondar os 200 a 300 euros) e que estas serão actualizadas. Em princípio, o aumento será de 2,3% e custará 70 milhões de euros aos cofres públicos.

A austeridade continua, mesmo para quem ganha pouco mais de 485 euros. Passos lamentou o facto, mas o programa de troika é para cumprir

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