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Dinheiro Vivo

Por Dinheiro Vivo

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No Dia da Europa, o Dinheiro Vivo tem um guia para os novos empreendedores. Saiba como financiar as suas ideias

Dar a volta ao desemprego: Como financiar uma ideia

Crowdfunding
Crowdfunding financiou 100 mil projetos
D.R.
22/11/2012 | 00:00 | Dinheiro Vivo

Com a crise económica a agudizar, os bancos estão cada vez mais a apertar o financiamento às empresas, e muitos empreendedores estão a ficar com cada vez mais dúvidas sobre como angariar dinheiro para abrir o seu negócio.

Os business angels são investidores individuais de capital de risco e "investem, diretamente ou através de sociedades veículo, no capital de empresas com potencial de crescimento e valorização. Além do investimento monetário, contribuem, também, com conhecimentos técnicos ou de gestão bem como redes de contactos", segundo o Guia Prático do Capital de Risco do IAPMEI.

Estes investidores podem ser uma alternativa viável de financiamento aos bancos e o Dinheiro Vivo foi falar com Francisco Banha, presidente da Federação Nacional de Associações de Business Angels, Gonçalo Moreira Rato da Associação Portuguesa de Business Angels e Ricardo Luz da Invicta Angels para saber tudo sobre como os empreendedores podem financiar o seu negócio.

Tenho uma ideia de negócio, uma micro empresa, mas os bancos estão a cortar o financiamento. Quais são as alternativas?
A primeira pergunta que um empresário deve colocar-se quando quiser abrir um negócio é qual o tipo de empresa que pretende abrir, explica Francisco Banha, presidente da Federação Nacional de Associações de Business Angels (FNABA). “Diferentes fontes de financiamento aplicam-se a diferentes tipos de negócio. Temos actualmente um mercado amadurecido que disponibiliza financiamento praticamente sob as mais diversas formas. Por vezes a oferta pode não corresponder à procura mas essa é a falha que devemos procurar colmatar ao chamar a atenção para as medidas que devem ser implementadas”.

Ricardo Luz, presidente da Invicta Angels, afirma que a situação económica actual não está a ajudar porque “os bancos estão a cortar o financiamento às empresas, em geral e em especial às empresas de menor dimensão, e entre estas as start-ups que têm ainda maiores dificuldades, pois não tem histórico de negócio nem resultados passados que garantam alguma segurança às entidades financiadoras”. O responsável pela associação portuense aponta que a “solução terá que vir, cada vez mais, dos promotores, que terão que ser capazes de atrair capital para o seu negócio, seja o seu próprio ou de familiares e amigos, ou de terceiros, onde se incluem os business angels”.

“As alternativas são obter um financiamento através dos business angels ou de empresas de capital de risco. Para uma ideia de negócio ou uma start-up  os business angels são a melhor alternativa até porque podem ajudar na gestão da empresa ou do negócio” explica ao Dinheiro Vivo o presidente da Associação Portuguesa de Business Angels (APBA), Gonçalo Moreira Rato.

Francisco Banha diz também que além do financiamento bancário existem outras ferramentas que podem constituir uma solução: O leasing que “pode assumir um papel muito importante na flexibilização de custos de viaturas, equipamento informático ou outros equipamentos, como o software; o micro-crédito é adequado para empreendedores que pretendem criar o seu posto de trabalho e faz parte da oferta de muitos bancos, estando disponível para quem mostrar competências na área de actividade que quer implementar; e o capital de risco faz também parte do leque de opções, nomeadamente os investimentos de baixo montante que são disponibilizados pelos mais de 500 business angels portugueses. Esta é uma opção limitada a um grupo muito restrito de empresas que apresentam um potencial de crescimento que compensa o risco do investimento em fases muito iniciais (e imprevisíveis) de desenvolvimento".

Existem linhas de crédito do Governo?

"As iniciativas de que tenho melhor conhecimento são especialmente dedicadas à criação de emprego e visam sobretudo desempregados e jovens que procuram criar o seu posto de trabalho e que acreditam nas suas competências”, começa por explicar o presidente da FNABA que aponta duas soluções:

Os business angels são uma fonte alternativa de financiamento num momento em que os bancos fecham a torneira de crédito às empresas

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