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Dinheiro Vivo

Por Dinheiro Vivo

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Abertas duas novas delegações, na Maia e em S. João da Madeira.

Geserfor-Nortempo reforça presença em Portugal

08/10/2012 | 12:15 | Dinheiro Vivo

A Geserfor – Nortempo prossegue a sua política de expansão no território português e acaba de abrir duas novas delegações, uma na Maia, no distrito do Porto, e outra em São João da Madeira, no distrito de Aveiro. Com a abertura destes escritórios, o consórcio amplia a sua rede de serviços, posicionando-se em duas regiões estratégicas, reconhecidas como motores industriais do Norte de Portugal.

Num país onde as agências de recursos humanos têm ainda espaço para crescer, a Geserfor, irmã lusa desta união, sai reforçada com estas aberturas, alargando o seu leque de potenciais clientes e melhorando a faturação. Ao mesmo tempo, esta é uma decisão estratégica que poderá, também, servir de alavanca para que a sociedade entre no mercado de outros países de língua oficial portuguesa.

Inserido num mercado fragilizado graças à conjuntura económica mundial, fortemente repercutida na crise que se vive atualmente na Península Ibérica, o grupo Geserfor – Nortempo apresenta, só em Portugal, um volume de faturação superior a 3,4 milhões de euros nos primeiros sete meses deste ano, o que representa um crescimento de 16,2% face ao mesmo período de 2011.

Também o número de clientes novos aumentou 63,1%, o que se repercute num incremento de cerca de 65% na faturação correspondente aos novos negócios. Tudo isto representa um aumento de 258,6% da rentabilidade do grupo, quando comparados os primeiros sete meses de 2011 e 2012.

A localização das duas novas delegações foi selecionada estrategicamente, tendo em conta que a Maia é uma das cidades mais industrializadas do País e que São João da Madeira apresenta um apetecível dinamismo industrial. Com uma população de mais de 100 mil habitantes, o concelho da Maia é assumidamente vocacionado para a indústria, tendo particular importância certos setores específicos, como a indústria do vestuário, o setor alimentar e panificação, a eletrónica e telecomunicações, a metalomecânica e a construção civil. Muito embora a evolução tecnológica ocorra a um ritmo alucinante, encontramos ainda muitas empresas que utilizam a mão-de-obra intensiva como fator preponderante na sua produção, como o comprova o facto de 66% dos cidadão ativos trabalharem no setor industrial.

A empresa regista só em Portugal uma faturação superior a 3,4 milhões de euros.

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