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Mariana de Araújo Barbosa

Por Mariana de Araújo Barbosa

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  • Como foi criado o Hippotrip?
  • Quanto custam as visitas guiadas por Lisboa, por terra e por rio?
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É uma nova forma de turismo: a Hippotrip criou um anfíbio navegante, um autocarro que anda pelo rio Tejo a mostrar Lisboa aos turistas

Hippotrip: em Lisboa há autocarros no rio

Anda por terra e rio e transporta 37 pessoas
Anda por terra e rio e tem lugar para 37
D.R.
04/05/2013 | 19:38 | Dinheiro Vivo

Se vir por estes dias um "autocarro" a navegar rio Tejo acima, rio Tejo abaixo, olhe melhor. É que a ideia que Frank Lewis Alvarez teve em 2005 - enquanto fazia um MBA em Harvard - foi finalmente posta em prática. 
Os primeiros negócios de turismo anfíbio começaram a aparecer em 1994 e a ideia de criar um projeto do género em Portugal nunca foi posta de parte. 

Por isso, logo que pôde, Lewis Alvarez criou a Hippotrip, uma empresa portuguesa financiada por sócios luso-canadianos num investimento de 1,5 milhões de euros até à data (ainda que os objetivos da empresa sejam os de ter quatro veículos em circulação - o que exigirá um investimento superior a 3 milhões de euros com uma expectativa de recuperação de investimento de entre 3 a 5 anos).  

Depois da primeira viagem - na passada sexta-feira - a Hippotrip quer ter o segundo autocarro a navegar pelo Tejo (por enquanto há um em funcionamento) até ao final deste ano.  

"O lançamento destes passeios anfíbios traz inúmeros benefícios para a comunidade local, sendo uma actividade pioneira na Península Ibérica: impulsiona a indústria do turismo na cidade de Lisboa, gerando dividendos para o estado português, contribuindo para a criação de novos postos de trabalho e sendo uma motivo de orgulho para os habitantes da cidade", explica a empresa ao Dinheiro Vivo. 

Os anfíbios navegantes têm o casco de alumínio com base num chassis da Mercedes-Benz e capacidade para 37 passageiros mais um condutor e um guia. E não se pense que foi fácil pôr o navegante em água fluvial: a empresa diz que foram necessárias dezenas de licenças das mais diversas entidades, Administração do Porto de Lisboa, Capitania do Porto de Lisboa e Câmara Municipal incluídas. 

Sócios luso-canadianos espera investir 3 milhões de euros na primeira fase do projeto: quatro carros/barcos nos próximos cinco anos

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