Angola admite nacionalizar bancos portugueses
Luanda está preocupada com a postura que o Estado português possa vir a adoptar nos bancos lusos que recorram a fundos públicos para cumprirem as exigências de capital europeias, segundo o Jornal de Negócios.
As autoridades financeiras angolanas querem garantias que o recurso a dinheiro do Estado não provoque interferências na estratégia dos bancos portugueses e das respectivas operações angolanas que estes controlam. Se houver algum tipo de interferência, os responsáveis angolanos admitem a nacionalização dos bancos locais controlados pelos grupos portugueses.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi o último dos grandes bancos portugueses a entrar em Angola, em conjunto com o Santader Totta.
A Caixa criou também, em conjunto com a petrolífera estatal Sonangol, um banco de investimento.
O BPI está presente no país lusófono através do BFA. Em 2008, o BPI teve de abrir o capital aos angolanos e vendeu 49,9% do banco à Unitel.
O Banco Espírito Santo está presente em terras angolanas através do BES Angola, e o BCP está representado através do Millenium BCP Angola.

E se houver algum tipo de interferência, os responsáveis angolanos admitem a nacionalização dos bancos locais controlados por portugueses































