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Tiago Figueiredo Silva

Por Tiago Figueiredo Silva

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O índice fechou no vermelho, em linha com a tendência negativa da Europa, pressionado pela desvalorização das ações da banca e da Galp

Banca e Galp levam PSI 20 a acompanhar perdas europeias

Mercados
Juros seguem a recuar
D.R.
09/05/2012 | 17:01 | Dinheiro Vivo

A bolsa de Lisboa encerrou a sessão de hoje em terreno negativo, em linha com as perdas registadas pelas principais praças europeias, pressionada pelos títulos do sector financeiro e pelos pesos-pesados.

Na Europa, as principais praças terminaram com perdas que oscilaram entre os 0,2% do índice francês e os 2,7% da bolsa espanhola, tal como nos Estados Unidos em que as praças norte-americanas seguem igualmente no vermelho.

A pressionar os mercados acionistas esteve a situação de instabilidade política na Grécia, com a especulação de que o impasse na formação do novo governo possa intensificar ainda mais a crise da dívida soberana, bem como a nacionalização parcial que deverá acontecer esta tarde ao banco espanhol Bankia.

O índice PSI 20 fechou a desvalorizar 0,81% para os 5.218,34 pontos, com 11 cotadas no vermelho e 8 em alta.

Destaque para as ações da banca que penalizaram a praça lisboeta, sobretudo o BCP que perdeu 5,5% para os 0,103 euros, depois de ontem ter anunciado que vai propor na assembleia geral marcada para 31 de Maio a redução para metade do seu capital social, acompanhado pelo BES que desceu 4,57% para os 0,606 euros e pela Espírito Santo Financial Group que recuou 0,93% para os 5,2 euros.

A contrariar esta tendência do sector esteve o BPI que avançou 0,24% para os 0,417 euros, ainda animadas pelo reforço feito pela Santoro, holding da empresária angolana Isabel dos Santos, que passou a controlar quase 20% do capital do banco.

Os títulos com maior peso também pressionaram o índice, com a Galp Energia a deslizar 2,95% para os 10,685 euros, penalizada pela queda dos preços do petróleo, seguida pela PT que regrediu 0,89% para os 4,229 euros e pela Jerónimo Martins que desvalorizou 0,63% para os 14,1 euros.

A pressionar os mercados esteve a situação de instabilidade política na Grécia, bem como a nacionalização parcial do banco espanhol Bankia

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