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Por Ana Rita Guerra

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Protagonistas do "Occupy Wall Street" estão a desenvolver uma rede social para os manifestantes

The Global Square: o Facebook dos Indignados

Movimento Occupy move milhões
D.R.
30/12/2011 | 16:22 |  Dinheiro Vivo

O Facebook e o Twitter podem ter sido instrumentais nos movimentos de protesto que marcaram o ano, mas agora os activistas querem uma rede social própria. Chama-se The Global Square e vai ser lançada em Janeiro.

A plataforma alternativa será um ponto de encontro para a nova geração de manifestantes, que reúna todos os membros dos movimentos de ocupação mundiais. "Não queremos confiar ao Facebook as mensagens privadas entre activistas", disse à Wired o programador Ed Knutson, que está a ajudar na programação da rede.

Na RoarMag, uma revista online que pretende "amplificar a voz" da nova geração, lê-se a explicação dos fundamentos da nova rede social. "Além das praças locais, agora precisamos de uma praça global onde pessoas de todas as nações possam juntar-se como iguais e participar na coordenação de acções colectivas e a formulação de objectivos e aspirações comuns".

Os acampamentos mediáticos, como os de Madrid e Wall Street, são cada vez menos tolerados pelas autoridades. The Global Square vai combinar as ferramentas de comunicação das redes sociais com as funções políticas de uma assembleia popular.

A rede vai incluir um mapa interactivo de levantamentos populares em todo o mundo, uma opção de pesquisa fácil para encontrar movimentos perto do utilizador, um feed de notícias semelhante ao do Facebook, calendários, fóruns de debate, espaço de colaboração e mensagens.

Ao contrário das redes sociais normais, para entrar é preciso ter um "fiador", alguém que garanta que o membro é de confiança.

Na semana passada, um advogado de Massachusetts intimou o Twitter a revelar as mensagens privadas da conta @OccupyBoston, uma das razões pelas quais os manifestantes querem uma rede privada.

O Facebook e o Twitter podem ter sido instrumentais nos movimentos de protesto que marcaram o ano, mas agora os activistas querem uma rede social própria.

É o que estão a fazer com a plataforma alternativa The Global Square, um ponto de encontro para a nova geração de manifestantes. !Não queremos confiar ao Facebook as mensagens privadas entre activistas", disse à Wired o programador Ed Knutson, que está a ajudar na programação da rede. 

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