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Por Ana Rita Guerra

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Depois de passar anos a gozar com a Microsoft, a Apple descobre o que é estar do outro lado

Apple: A que sabe provar do próprio veneno?

23/04/2012 | 23:00 |  Dinheiro Vivo

Durante quatro anos e 66 anúncios televisivos, a Apple fez pouco da Microsoft e dos PC. A campanha "Get a Mac", talvez uma das mais conhecidas no mundo da tecnologia, tinha o nome de Steve Jobs escrito por todo o lado. Entre 2006 e 2010, a Apple fez os consumidores que compravam PC sentirem-se estúpidos. Ou pelo menos tentou.

Quem diria que, apenas dois anos depois, a Apple iria estar do outro lado? É um dos preços a pagar pelo sucesso. Por mais que Jobs cultivasse a ideia de que a Apple era a proscrita, a força desafiante, "os piratas", a verdade é que o sucesso não permite a nenhuma empresa ser ao mesmo tempo dominante e elitista. Não se pode ter uma elite de massas.

Tal como a Apple cometeu injustiças nos seus anúncios "Get a Mac", também a Samsung assenta os seus anúncios em premissas erradas.

Os primeiros, que surgiram a partir de Novembro do ano passado, gozavam com os fãs da Apple, que passam horas em filas por um produto alegadamente inferior. Ora, Samsung, se não fosse esse "produto inferior" não havia Galaxys para ninguém. Nem Tab, nem S, nem Note.

É um pouco desonesto copiar algo e depois fazer incrementos e gozar com a base que o inspirou. Diga a Samsung o que disser, as semelhanças entre o Tab e o Galaxy S com o iPad e o iPhone são gritantes. Ninguém na fabricante sul-coreana teve uma epifania que por acaso coincidiu com o design e funcionalidades dos produtos da Apple, certo?

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