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Por Nuno Aguiar

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O ministro da Segurança Social defende que os cenários inscritos no Orçamento do Estado não estão comprometidos por um ano mais negativo

Mota Soares confirma que há dinheiro para pensões até 2050

Pedro Mota Soares
Gustavo Bom
20/04/2012 | 10:20 |  Dinheiro Vivo

A sustentabilidade da Segurança Social tem sido utilizada como argumento político, avançando datas diferentes para o fim do dinheiro para pagar as pensões dos portugueses. Em entrevista à Lusa, Pedro Mota Soares desfaz as dúvidas: a Segurança Social tem dinheiro para reformas pelo menos até 2050.

O Orçamento do Estado para 2012 mostra que as despesas da Segurança Social vão pela primeira vez ultrapassar as receitas entre 2030 e 2035. No entanto, o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) terá capacidade de cobrir essa diferença pelo menos até 2050.

"É um cenário atual, é um cenário que é estimado até 2050 e, obviamente, não é uma alteração conjuntural num determinado ano que põe em causa a sustentabilidade no longo prazo da Segurança Social", afirmou hoje o ministro, referindo-se às estimativas do OE 2012, que apontam para o FEFSS ainda ter 2,5% do PIB em fundos em 2050. Atualmente tem 5,8%.

"Nada se alterou nesse sentido nos últimos oito dias ou nos últimos quinze dias", defende Pedro Mota Soares. "Estamos a falar num cenário de longo prazo e, portanto, mesmo que exista um cenário económico mais difícil num determinado momento, no longo prazo mantemos as perspetivas, que, aliás, não são números internos do Governo, são números da Comissão Europeia."

Há dinheiro para pagar pensões pelo menos até 2050

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