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Por Luís Reis Ribeiro

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Portugal corre o risco de ter de pedir novo empréstimo. Porta-voz do Fundo desconhece se Christine Lagarde está a planear uma visita ao país

FMI: "É prematuro especular sobre o sucesso do programa"

Passos Coelho
João Girão
23/03/2012 | 19:06 |  Dinheiro Vivo

O Fundo Monetário Internacional (FMI) evita por as mãos no fogo relativamente ao sucesso do programa de Portugal. E da Irlanda. E da Grécia.

Numa conferência ontem em Washington, David Hawley, subdiretor do departamento de Relações Externas do FMI, foi questionado sobre se a instituição "está confiante que Portugal não precisará de um segundo programa de empréstimo".

A resposta veio breve e direta: "Portugal, como sabe, está actualmente a implementar um programa. A próxima revisão será aprovada pelo conselho [do FMI] brevemente. Como sempre acontece, é prematuro especular sobre o sucesso de programas".

Hawley foi ainda confrontado com a noção de que o FMI terá dado mais ênfase às medidas orçamentais no primeiro programa da Grécia e que essa poderá ser uma das razões que explicam o facto de o país entrou no seu quinto ano de recessão. A resposta foi ainda mais seca: "Discordo com essa caracterização".

O dirigente do Fundo respondeu ainda à pergunta sobre se Christine Largarde estará a planear alguma visita a Portugal, Grécia e, talvez, Irlanda. "Não estou ao corrente de quaisquer planos de visita por parte da diretora-geral" aos países europeus com programas de ajustamento, disse.

Um exame de cada vez. FMI está a validar os resultados da última visita. No caso da Grécia, recusa que a austeridade tenha sido excessiva

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