19/12/2014 | 15:45 | MOBILE | RSS
RSS
+-TEXTO

Por António Perez Metelo

PUB
A medida da TSU revela-se catastrófica em termos eleitorais. Não haverá modulação que lhe valha

A vítima colateral

21/09/2012 | 19:41 |  Dinheiro Vivo

A última sondagem sobre intenções de voto dos portugueses encerra mudanças bruscas no eleitorado e ajuda a interpretar a situação atual. O centro-direita (PSD + CDS/PP) derreteu na fornalha da austeridade: já nem atrai um terço das intenções de voto (31%).

A medida da TSU revela-se catastrófica em termos eleitorais. Não haverá modulação que lhe valha. O princípio de uma transferência permanente de rendimento do trabalho para reduzir custos das empresas é simplesmente repugnante e inaceitável para eleitores de qualquer quadrante político. A quebra em um terço das intenções de voto no PSD (de 36% para 24%) tem, seguramente, a ver com isto.

Acontece que o afundamento à direita só beneficia por inércia o PS (que também recua, marginalmente). Passa agora a exibir os mesmos 31%, que a coligação no poder. A sua proposta de "austeridade inteligente" é coisa que não se sabe bem o que seja, embora surja como algo que não há-de poder ser tão estúpido (politicamente) como aquilo que o Governo nos propõe para 2013.

Opinião&Blogs
Portugal é mexilhão
Por  Pedro Bidarra
00:01
Petrodólares   Por  Ricardo Reis
23:00
08:40
O Banana como símbolo   Por  João Almeida Moreira