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Por Dinheiro Vivo | Lusa

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Primeiro-ministro disse que, no entanto, a taxa de desemprego deverá aumentar ainda este ano

Passos: Economia nacional poderá "começar a crescer" em 2013

Passos Coelho
João Girão
19/02/2012 | 14:37 |  Dinheiro Vivo

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que a economia nacional poderá "começar a crescer" em 2013, mas admitiu que o desemprego ainda vai aumentar este ano.

"Termos um programa de assistência económico-financeira que vai durar até 2014 e nos termos desse programa está previsto que, para o final deste ano, comece já a haver uma inversão do ciclo", disse hoje em Gouveia, no final de uma visita à feira do queijo da Serra da Estrela. 

Passos Coelho acrescentou que "isso significa que a nossa perspetiva é que 2013 seja já um ano em que, gradualmente, a economia portuguesa vai começar a crescer". 

Para tal acontecer, afirmou ser necessário que, "na segunda parte deste ano, tem de haver já uma inversão de ciclo". 

"O desemprego não poderá aumentar como tem aumentado" embora aponte que "irá aumentar durante estes primeiros seis meses e haverá já um clima de alguma retoma que nos sinalizará o crescimento que pode vir em 2013", sbulinhou. 

Passos Coelho referiu ainda que, dos indicadores disponíveis, "não há nada" que alerte "para uma dificuldade que não estávamos a contar". 

O primeiro-ministro disse esperar que as reformas em curso e "o bom desempenho orçamental" possam "conduzir o país lá mais para o final deste ano, ao início de uma recuperação". 

No entanto, alertou que "a taxa de desemprego vai subir nos próximos meses". 

Lembrou que o país acabou o ano de 2011 com uma taxa de desemprego de 12,7 por cento "e a previsão do Governo é que a taxa de desemprego possa ainda crescer até cerca de 13,4 [ou] 13,5 por cento, durante o ano de 2012, o que é natural porque há efeitos recessivos que ainda se estão a manifestar". 

Porém, considerou "importante que as pessoas saibam que o Governo está preparado para apoiar as pessoas que ficam desempregadas", incluindo os jovens. 

E acrescentou que o Estado "não pode ficar a pagar subsídios de desemprego a vida inteira", por isso considerou que "a economia tem de criar oportunidades de emprego para absorver aquelas pessoas que estão involuntariamente nessa situação".

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu que o país "não vai mergulhar em dificuldades ainda maiores", devido à crise.

Pedro Passos Coelho disse que o Governo deve dar uma "mensagem de esperança e de confiança" às pessoas

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