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Por Ana Margarida Pinheiro

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Pedro Mendes da Linking Business Partners explica o que deve ser feito para passar da ideia à acção

Quer iniciar um negócio próprio? Siga estes conselhos

Concurso vai ser exportado
D.R.
04/12/2012 | 17:26 |  Dinheiro Vivo

As empresas estão com dificuldades em encontrar financiamento que lhes permita viabilizar os seus projetos, principalmente quando acabam se ser criadas. Nos últimos anos têm surgido vários modelos alternativos à banca que permitem ajudar as boas ideias a crescer. O Crowdfunding e o Business Angels são alguns dos mais falados ultimamente e, por isso, a Linking Business Partners realizou um encontro entre empresas e empresários para pensar saídas para a crise.

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Pedro Mendes, responsável pela empresa, explicou ao Dinheiro Vivo que é preciso olhar cada vez mais para saídas alternativas. O empreendedorismo, diz, ainda não é discutido a sério. "Quando falamos de empreendedorismo, e daí o primeiro evento em Portugal, a nível dos media não se promove suficientemente, ainda não se retrata o dia-a-dia das escolas de negócio e das boas ideias. Sem um esforço adicional as empresas não se conseguem incubar".

Pedro Mendes utilizou o encontro de empreendedores e economistas ibero-americanos para deixar conselhos úteis para quem quer embarcar num negócio próprio.

Como fazer nascer um negócio a partir de uma ideia:

Para abrir uma empresa é preciso capital e a banca está a cortar nos montantes a emprestar às empresas.

O Crowdfunding e Business Angels, que em Espanha está mais desenvolvido, com mais de 40 investidores a apostar, são duas boas alternativas ao financiamento bancário, mas o private equity e capital de risco também devem ser olhados como novas soluções.

Para onde olhar:

Criar uma rede de Networking é cada vez mais necessário e montar uma empresa não pode descurar este factor. No encontro estiveram presentes a Universidade Catílica, a InvestLisboa e Startup Lisboa como braços desta rede.

Depois é necessário olhar para mercados abertos ao investimento. A América Latina, em constante crescimento, faz todo o sentido no horizonte de um novo empresário. Quem monta uma empresa já não pode pensar apenas no mercado português, os empresários têm de apostar nesses mercados como realidade a curto prazo. O mercado Ibérico é muito bom porque para além do constante crescimento, tem capital humano qualificado a precisar de um novo empurrão e uma carga fiscal simpática e que ajuda à recepção dos projetos ibéricos.

Nos últimos anos têm surgido vários modelos alternativos à banca que permitem ajudar as boas ideias a crescer

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