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Por Paula Brito

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Só nos últimos 6 anos, as exportações da empresa familiar portuguesa cresceram 511%. No Brasil, o rei é de lombo, sem espinhas e sem pele

Riberalves sem espinhas. Cresce 10% com Brasil, Angola e França rendidos ao bacalhau

07/11/2013 | 00:07 |  Dinheiro Vivo

O lançamento de novos produtos, sobretudo para a exportação, que está a crescer, levou a Riberalves a contratar 50 pessoas, este ano.

Atualmente com 450 trabalhadores, a empresa sediada em Torres Vedras espera que o mercado internacional, onde se destacam Brasil , Angola e França, represente 45% das vendas totais. Para estes resultados contou o bacalhau demolhado ultracongelado, em relação ao qual a empresa estima um crescimento de 50%. Já Portugal pesa 60% nas vendas. "Só nos últimos seis anos, as exportações da Riberalves cresceram 511%", acrescentou Ricardo Alves (na foto), responsável pelas compras da empresa fundada há 25 anos pelo seu pai, João António Alves. Um lombo, sem espinhas e sem pele é o produto-estrela que a Riberalves criou para vender para o Brasil, mercado que pesa 33% nas vendas totais.

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Numa visita guiada, ontem, à fábrica de Comimba, na Moita, para apresentar a parceria com o chef Avillez, Ricardo Alves explicou que, apesar da crise em Portugal, as vendas de bacalhau Riberalves cresceram 12%, no 1.º primeiro semestre do ano. O dobro da evolução do consumo total desde produto, segundo dados da Kantar (5%). Para este resultado contou o facto de o preço do bacalhau ter caído 20% em dois anos. A explicação: "há muito bacalhau no mar, ao contrário do que as pessoas pensam, ele não está em extinção", diz Ricardo Alves. A quota de bacalhau tem crescido 10% ao ano e das 1,2 milhões de toneladas, Portugal consome 350 mil toneladas (30%), o que dá 7 kg por ano per capita.

Vendas da empresa familiar no estrangeiro, principalmente para o Brasil, Angola e França, já representam 45% da faturação

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