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Por Ana Isabel Ribeiro

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Há cada vez mais gente disposta a arriscar por pouco dinheiro: nas pequenas fraudes, o número de casos detetados disparou 582%

Falsos acidentes triplicaram em cinco anos

Acidente automóvel no top das fraudes
D.R.
25/05/2012 | 23:00 |  Dinheiro Vivo

Alguém lhe bate no automóvel e danifica o para-choque, mas quando vai reclamar à seguradora tenta ser indemnizado por outros danos que o carro já tinha antes do acidente.

Tem um eletrodoméstico avariado há semanas, mas uma inundação que entretanto ocorreu em casa dá-lhe argumentos para tentar incluir os custos da reparação da televisão no seguro. Ou então aproveita uma trovoada como argumento para acionar o seguro multi-risco que cobre o risco elétrico em caso de descargas elétricas anormais.

É um trabalhador por conta própria e magoa-se a jogar futebol com o seu filho, mas diz que a lesão aconteceu no trabalho e aciona o seguro por acidentes de trabalho. Trabalha numa empresa que sente dificuldades económicas e combina com o seu patrão que vão acionar um seguro por acidente ou lesão de modo a "poupar" o seu salário à empresa, garantindo que continua a receber rendimento.

Estes são alguns exemplos de fraudes no setor dos seguros cuja incidência têm vindo a aumentar de forma muito significativa, sobretudo com o agravamento da crise financeira e económica.

Não existem dados oficiais sobre a dimensão do fenómeno em Portugal, mas um estudo realizado pela seguradora Liberty a partir da sua atividade nacional revela que a fraude duplicou em cinco anos, passando de 1% dos sinistros totais em 2007 para 2% em 2012.

A crise económica é a principal razão apontada para este forte crescimento das práticas fraudulentas nos seguros

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