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Por Virgínia Alves

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Com a quebra no consumo das famílias, o Pingo Doce e o Continente prometem guerra aberta nos preços

Descontos: O que levou o Pingo Doce a arrasar os preços

Os produtores manifestaram-se em Lisboa
Nuno Pinto Fernandes
04/05/2012 | 23:00 |  Dinheiro Vivo

A estratégia começou a tomar forma depois dos resultados do primeiro trimestre. A quebra nas vendas era marginal - menos 1,6% - mas antecipava um semestre complicado. Apesar das campanhas de preços baixos, nada travava a quebra no consumo das famílias. Sem cartões de desconto, o Pingo Doce começou então a preparar, em segredo, uma alternativa.

Durante algum tempo, só os gerentes de loja souberam. Depois, lentamente, as notícias começaram a correr, boca-a-boca, sem campanhas de publicidade, sem pré-anúncios nos jornais. No dia foi o caos, milhares de pessoas entaladas em lojas. Depois, nos dias seguintes, vieram as perguntas. Foi dumping? Estratégia comercial? Concorrência ou má gestão? O que levou o Pingo Doce a reduzir preços? Mais clientes? Ou margens mais esmagadas?

Para António Rosseau, ex-diretor-geral da Associação Portuguesa das Empresas da Distribuição, não "se tratou de esmagar margens de lucro", mas sim de "prescindir das suas margens por um dia e, em termos estratégicos, não ganhou dinheiro com isso, mas ganhou notoriedade e publicidade", diz o professor. Numa guerra de preços entre cadeias de distribuição "quem sai a ganhar é o consumidor".

O crescimento da Jerónimo Martins na Polónia, menos dependente do mercado nacional, dá-lhe mais margem de manobra

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