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Por Luís Reis Ribeiro

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Ministério da Defesa sofre o maior rombo, logo seguido do sector da Saúde, mostra o balanço do Governo

Menos 18 mil funcionários: Estado emagrece a ritmo recorde em 2011

Vítor Gaspar
D.R.
15/03/2012 | 18:57 |  Dinheiro Vivo

O corte no número de empregos públicos na administração central (todos os ministérios) foi o maior dos últimos anos.

De acordo com números hoje avançados pelo Governo, esta parte do sector público emagreceu 18,6 mil postos de trabalho. Há agora cerca de 493,8 mil postos de trabalho, menos 3,6% face a Dezembro de 2010. É a maior queda de sempre desde, pelo menos, 2005.

O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, refere que esta redução é sobretudo explicada "pelo esforço de menor contratação de pessoas por parte dos serviços, em segundo lugar, pelas saídas para a reforma e em terceiro devido à própria reestruturação dos serviços".

Adicionando os trabalhadores dos hospitais EPE e de outras entidades empresariais àquele universo, o número de empregados públicos no final de 2011 fica em 538,4 mil pessoas, ainda assim menos 2,9% que em 2010. Ou seja, a redução global fica menor (menos 16 mil pessoas), o que indica um aumento do número de trabalhadores nas empresas públicas em 2011.

O ministério da Defesa registou a redução homóloga mais acentuada (11,1%) por causa de uma enorme retração dos contratados a prazo (31%) e dos efetivos (6,5%). ao todo, ficou com menos cinco mil pessoas.

O corte no número de empregos públicos na administração central (todos os ministérios) foi o maior dos últimos anos.

De acordo com números hoje avançados pelo Governo, esta parte do sector público emagreceu 18,6 mil postos de trabalho. Há agora cerca de 493,8 mil postos de trabalho, menos 3,6% face a Dezembro de 2010. É a maior queda de sempre desde, pelo menos, 2005.

O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, refere que esta redução é sobretudo explicada "pelo esforço de menor contratação de pessoas por parte dos serviços, em segundo lugar, pelas saídas para a reforma e em terceiro devido à própria reestruturação dos serviços".

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