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Por Dinheiro Vivo /Lusa

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O acordo entre o Governo e o BIC Portugal, para a venda do BPN, prevê uma "almofada de liquidez de 300 milhões de euros concedida pela CGD"

BPN: António José Seguro vai pedir explicações ao governo sobre empréstimo de 300 milhões

25/02/2012 | 14:29 |  Dinheiro Vivo

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse hoje que vai pedir explicações ao Governo sobre a notícia hoje conhecida de que o Estado tem de emprestar mais 300 milhões para vender o BPN."Neste momento estou a pedi-las (explicações) e, no âmbito do Parlamento nós trabalharemos nesse sentido", declarou António José Seguro aos jornalistas.

O jornal Público noticiou hoje que "o acordo entre o Governo e o BIC Portugal, com vista à venda do BPN, prevê uma almofada de liquidez de 300 milhões de euros concedida pela CGD à taxa Euribor". Acrescenta que "esta cláusula é uma das que estão sob análise das autoridades europeias de concorrência por suspeita de que possa configurar ajuda pública ao grupo financeiro".

Confrontado pelos jornalistas com esta notícia, o líder nacional do PS disse que não conhece "as razões que levam a que o Estado faça mais este empréstimo" mas acrescentou que o Governo "tem que verificar muito bem, porque já há muito dinheiro dos contribuintes colocado no BPN".

"O Governo deve dar explicações por que razão é que é necessário colocar mais dinheiro dos contribuintes num banco e percebermos porque é que leva tanto tempo a concluir a venda do BPN a um privado que o comprou", disse Seguro aos jornalistas em Seia, distrito da Guarda, onde iniciou o segundo dia do Roteiro pelo Interior.

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse hoje que vai pedir explicações ao Governo sobre a notícia hoje conhecida de que o Estado tem de emprestar mais 300 milhões para vender o BPN."Neste momento estou a pedi-las (explicações) e, no âmbito do Parlamento nós trabalharemos nesse sentido", declarou António José Seguro.

O jornal Público noticiou hoje que "o acordo entre o Governo e o BIC Portugal, prevê uma almofada de liquidez de 300 milhões de euros concedida pela CGD à taxa Euribor". Acrescenta que "esta cláusula é uma das que estão sob análise das autoridades europeias de concorrência por suspeita de que possa configurar ajuda pública ao grupo financeiro"

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