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Por Lucília Tiago

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Dentro de dois meses arranca a medida que prevê o reencaminhamento, em duas semanas, dos novos desempregados para formação

O que muda nos centros de emprego

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D.R.
12/03/2012 | 14:36 |  Dinheiro Vivo

O Governo quer apostar na formação e requalificação dos desempregados e dinamizar os Centros de Emprego. As medidas que vão ser tomadas ao longo dos próximos meses constam do Plano de Relançamento do Serviço Público de Emprego, já publicado em "Diário da República". Conheça algumas dessas medidas e objetivos.

Estímulo 2012

Esta medida já está no terreno e visa apoiar a contratação de desempregados, comparticipando até 50% do salário pago pela empresa ao novo trabalhador. Para poderem aceder a esta medida, as empresas terão de ter ao seu serviço cinco ou mais trabalhadores, ter situação fiscal e para-fiscal regularizada e promover a criação líquida de emprego.

Se o contrato celebrado com o desempregado for sem termo, o apiio sobe para 60% do salário (até ao limite de um indexante de apoios sociais, ou seja, 419 euros).

Formação obrigatória

Todos os novos desempregados serão reencaminhados para ações de formação duas semanas após a inscrição no Centro de Emprego. Os Centros de Formação Profissional têm preparados vários cursos, que podem oscilar entre a 50 e as 300 horas e terão em conta o nível de qualificação e do perfil do desempregado. Em alguns casos, o reencaminhamento do desempregado não será para ações de formação mas para ações técnicas de procura de emprego. Esta medida vai para o terreno no início de maio.

O Programa de Relançamento do Serviço Público de Emprego vai obrigar Centros de Emprego a melhorarem taxa de colocação de desempregados

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