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Por Dinheiro Vivo

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A Soares da Costa e a ACS, construtoras do trajecto de alta velocidade português, estão dispostas a negociar cortes no projecto do TGV

Lisboa-Madrid: Governo rejeita TGV e opta por velocidade alta

Pedro Passos Coelho
Filipe Pinto
23/09/2011 | 08:59 |  Dinheiro Vivo

Portugal não rejeita ligar Lisboa a Madrid através de comboio de alta velocidade tanto para passageiros como para mercadorias. Mas a opção pensada para poupar custos, é a de construir uma única via de bitola europeia, preparada para receber comboios que transitem sempre a menos de 250 quilómetros por hora.

Na prática, o percurso Lisboa-Espanha passaria a ser feita não por TGV, mas por uma solução semelhante ao Alfa Pendular, por exemplo.

Madrid continua a investir no TGV na Comunidade Autónoma da Extremadura, e o pior cenário seria uma suspensão definitiva da iniciativa ferroviária. Esta solução intermédia, um copo meio cheio meio vazio, apesar de não ser oficial, é considerado um mal menor, de acordo com o Expansión.

Também não seria uma saída negativa para o grupo de empresas a quem tinha sido adjudicado a construção do alta velocidade portuguesa: as lusas Soares da Costa e Brisa, e a espanhola ACS.

Nenhuma de elas está disposta a fazer declarações sem que haja uma posição oficial por parte do Executivo de Pedro Passos Coelho. Fontes da Soares da Costa, admitiram que estão dispostas negociar cortes do projecto adjudicado em 2009. O importante para estas empresas, devido ao corrente status quo da economia português, é poder manter-se à frente das obras, ainda que o projecto seja bastante alterado.

O Governo manifestou a sua intenção de renunciar ao TGV de duas vias para converter a infraestrutura numa única via para a alta velocidade

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