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Por Miguel Pacheco

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Editorial

A OPA azedou

14/05/2012 | 10:02 |  Dinheiro Vivo

Azedou a sério. Na sexta-feira, a Cimpor pôs em documento estratégico o que a administração pensa sobre a OPA lançada pela Camargo Correa: que é curta, mal paga, pouco interessante para alguns acionistas, que destrói valor, que desagrega ativos e que atira a cimenteira para fora de Portugal.

Não foi dito assim, mas é o que lá está. Como alternativa, a Cimpor propõe uma fusão e um dividendo extraordinário, dois prémios para os acionistas desesperados por remuneração e ansiosos para manterem o controlo da sua fonte de receita.

Claro que os brasileiros, que lançaram uma OPA para assegurar o controlo da empresa, ficaram furibundos. No comunicado de resposta da Camargo só saltam adjetivos: o convite para uma fusão é "intempestivo, irrealista, desapropriado, inaceitável". Pior: como os principais acionistas de referência votaram favoravelmente à operação (BCP e Caixa foram rápidos a dizer "venda-se"), nem percebem bem a proposta de fusão. Quem tem razão? Ninguém, como é normal nestas coisas. Mas vamos por partes. E por frases.

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