Angola

Três fábricas têxteis privatizadas voltam às mãos do Estado

(REUTERS/Rafael Marchante)
(REUTERS/Rafael Marchante)

Custos de reabilitação superaram muito o previsto. Processo de reversão fica completo esta sexta-feira.

Uma em Luanda, outra em Benguela e a última no Cuanza Norte: são três as fábricas do setor têxtil construídas com fundos públicos e que o governo de João Lourenço reassume agora, depois de terem sido arrestadas em junho pela Procuradoria Geral da República (PGR), “devido a irregularidades registadas no ato das privatizações”, descreve o portal de notícias angolano Angop.

À luz do programa então assinado, o custo de reabilitação de cada uma destas unidades somava 50 milhões de dólares, fundos concedidos pelo banco japonês JBIC. O valor final, porém, terá ultrapassado em dez vezes o previsto, avança a mesma publicação, adiantando que, em contrapartida, a produtividade das fábricas ficou muito abaixo da sua capacidade (“pelo menos 10%”).

Em março de 2017, o governo de João Lourenço decidiu então retirar as fábricas aos privados que as geriam, voltando as mesmas a ficar agora sob administração pública com o objetivo de “reanimar o setor têxtil para diversificar a economia nacional e aumentar a oferta de empregos diretos em Angola”.

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