Bruno Castro

Bruno Castro é CEO da VisionWare

Bruno Castro

Estão os nossos dados protegidos?

Ao longo dos últimos meses, têm sido reportadas crescentes violações de dados e de privacidade, um pouco por todo o mundo. Portugal não escapa à regra. Do setor privado ao público, as denúncias e multas acumulam-se. E, apesar dos avanços que têm vindo a ser feitos no domínio da proteção de dados, inclusive através de regulamentação europeia (como é o caso RGPD), há uma perceção generalizada de que simplesmente não é possível proteger dados pessoais nesta nova Era Digital.

Bruno Castro

Verão: desligar em segurança

Aproxima-se a silly season, época do ano em que tentamos desligar das redes sociais e do trabalho e que nos permitimos a outro tipo de distrações. Mas, invariavelmente, o telefone toca, o e-mail cai e há sempre uma ou outra urgência referente à nossa atividade profissional que precisa de ser resolvida no imediato. E é nessa gestão, entre dar atenção à família, às férias e ao mundo profissional - que nunca "entra em férias" - que se cometem erros, muitas vezes apenas detetados no regresso ao escritório, já em setembro. Para que tal não aconteça, hoje deixo-vos aqui algumas dicas para que neste verão possa "desligar" em segurança:

Bruno Castro

Estar na "cloud" garante selo de cibersegurança?

O aumento de ciberataques a nível mundial e a fragilidade "digital" resultante das mudanças impostas pela pandemia permitiram o surgimento de novas tendências e oportunidades de negócio, nomeadamente soluções rápidas, eficazes e que ajudam a transmitir segurança a quem as adota. Uma dessas tendências que tem vindo a ganhar notoriedade é a cloud, que, apesar de ser encarada, por muitos, como um recurso infalível, pode implicar mais riscos, caso a estratégia de gestão da sua própria segurança não for garantida.

Bruno Castro

Ransomware: o dinheiro ou os dados?

A segunda vaga de Covid-19 voltou a fechar-nos em casa, com aulas à distância e em teletrabalho, deixando a descoberto as fragilidades digitais que ainda persistem na grande maioria das organizações e empresas portuguesas. Mais uma vez, voltámos a estar na mira dos grupos cibercriminosos, que se aproveitam do facto de existir um número muito maior de potenciais alvos para desenvolverem ciberataques, com enorme taxa de sucesso e com enorme impacto reputacional e financeiro.