
Carlos Brito
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A ciência precisa de marketing?
Numa altura em que o Governo acabou de nomear os membros do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, vale a pena recordar que Portugal investe cerca de 1,5% do seu PIB em investigação e desenvolvimento. Não é muito se comparado com a média da União Europeia que se situa na casa dos 2,2%. Mas, apesar de tudo, representa um esforço superior ao de Espanha e idêntico ao realizado por Itália. Só o ensino superior português investe cerca de 1,2 mil milhões de euros por ano em I&D.

Inovação no futebol
Este artigo não se dirige a Jorge Jesus, Sérgio Conceição ou Rúben Amorim e muito menos a José Mourinho, Pep Guardiola ou Jürgen Klopp que são mestres em metodologias de treino, táticas de jogo e gestão do plantel. Vou centrar-me, isso sim, na inovação no futebol enquanto negócio.

Um pequeno contributo para gerir o combate à pandemia
Em março do ano passado, duas semanas após o início do confinamento, escrevi neste mesmo espaço: "No contexto atual ter visão significa capacidade de antecipação de cenários a dois ou três dias. Quarenta e oito horas podem fazer toda a diferença em termos de propagação do vírus". E no mesmo artigo acrescentei: "Visão significa não apenas capacidade de antecipação mas também de atuação. O que exige liderança, iniciativa, planeamento, organização e um controlo rigoroso e permanente".

A difícil relação da esquerda com o dinheiro
As políticas económicas de esquerda seguem um conjunto de linhas orientadoras que assentam no primado do social sobre o económico, na forte intervenção estatal e numa aposta clara na redistribuição do rendimento traduzida em grandes apoios sociais suportados por elevada carga fiscal.

TPC – trabalho para casa
Gosto mais de pensar no futuro do que no passado. Por isso, este artigo centra-se naquilo que temos de fazer em 2021 e não no ano que agora findou. Não vou, contudo, desenvolver uma análise prospetiva e visionária sobre como será o novo ano - muitos e bons relatórios têm sido produzidos sobre essa matéria. Também não vai ser mais lista de recomendações dirigidas aos nossos governantes, tanto nacionais como europeus, sobre o que devem fazer para combater o vírus e relançar a economia.

Mais do mesmo – ou o marketing estratégico que faltou a Costa
António Costa, nem nos seus maiores pesadelos, alguma vez sonhou enfrentar os desafios que tem pela frente enquanto primeiro-ministro. Na sequência da crise sanitária, a que se somou a económica, o país está também a viver uma crise social que, com toda a probabilidade, será seguida de uma crise política.

Como será o trabalho quando a tempestade passar?
A Organização Internacional do Trabalho revelou há dias que a massa salarial em Portugal conheceu uma quebra de 13,5% entre o segundo e o terceiro trimestres deste ano, o que coloca o nosso país na cauda deste ranking que agrega 28 economias europeias, incluindo a Noruega, Reino Unido e Suíça.

Sim, Senhora Ministra
Senhora Ministra, sei que enfrenta desafios que certamente nunca imaginou possíveis. Sei que muita gente a critica pelas opções que tem tomado no combate à pandemia. Não vou ser mais um a fazê-lo pois considero-me um leigo em matéria de saúde pública e tudo o que dissesse cairia no domínio do "achismo".

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