Ilídia Pinto

Sou jornalista a tempo inteiro desde 1990, ano em que terminei o Curso de Comunicação Social na Escola Superior de Jornalismo, no Porto. Comecei pelo centenário 'O Primeiro de Janeiro' - pelo Desporto e, mais tarde, nas secções de 'Porto' e 'Coisas da Vida', equivalente à 'Sociedade' nos jornais de hoje - e cheguei ao mundo da Economia por mero acaso, ao colaborar com a já desaparecida revista 'Empresário'. Gostei da experiência e dediquei-me à área. No 'Diário Económico' e depois no 'Diário de Notícias', de onde transitei para o 'Dinheiro Vivo' no arranque deste projeto, há quatro anos. Fui dirigente do Sindicato de Jornalistas entre 2002 e 2014. Antes disto tudo, fui empregada fabril na indústria têxtil, operadora de caixa no primeiro hipermercado do país e escriturária.

João Galamba, secretário de Estado Adjunto e da Energia

Governo quer sistema financeiro a apoiar a renovação de edifícios

"Não há nenhuma razão para que a banca financie a compra de casa e não apoie este tipo de intervenções", defendeu o secretário de Estado Adjunto e da Energia na conferência internacional 'Making Decarbonization Fair', co-organizada pela Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores. Sobre o Plano de Recuperação e Resiliência, garante que "haverá qualquer atraso da nossa parte, estamos apenas pendentes da disponibilização dos fundos por parte da União Europeia"

Santo Tirso, 29/04/2014 - Instalações da Polopique - Comércio e Industria de Confecções,SA. unidade industrial

Têxtil estima perda de 850 milhões de faturação

Com uma queda de 11% no valor exportado, a fileira têxtil perdeu 572 milhões de euros em 2020, ficando-se pelos 4.643 milhões de exportações totais. Mas 4% das exportações corresponderam a máscaras e outros equipamentos de proteção individual para o combate à covid, avaliados em cerca de 189 milhões. Sem eles, a quebra teria sido de quase 15% correspondente a menos 761 milhões de euros, destaca a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).