Jaime Quesado

Jaime Quesado

A competitividade tem que ser a nossa marca

Numa altura em que a nossa economia e sociedade se voltam a abrir, tempo para também falar dos desafios que temos para a Marca Portugal. A Marca de Portugal não se faz por decreto e importa clarificar alguns dos seus fatores de contexto. Um desses fatores prende-se com a dimensão da Competitividade, que mais do que nunca deve ser uma das nossas Marcas para o futuro. O exercício de construção duma base competitiva para a nossa economia tem sido enfermado nos últimos anos por muitos equívocos em termos de modelos a definir, apostas a fazer e linhas de ação a executar. Neste tempo de pós pandemia, com o efeito acelerador que os fundos comunitários voltarão a ter, importa mais do que nunca recentrar a análise do que deve ser a nossa agenda competitiva e fazer dela a verdadeira Marca de Portugal daqui para a frente.

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500

Esta semana cumprem-se 500 dias desde que no início da pandemia tive a ideia de promover uma rede colaborativa com gestores, académicos e outros especialistas que têm feito parte do meu percurso pessoal e profissional nos últimos anos para partilharmos ideias, visões e desafios para o futuro. Quinhentos dias depois depois a oportunidade de fazer um ponto de situação sobre o futuro a partir de um presente que já não é o mesmo que pensávamos ter. Este é o tempo de continuarmos a acreditar e de ter um sentido de confiança estratégico para o futuro. This is the time to share and have smart ideas for a better future. Será esse o lema também daqui para a frente.

Jaime Quesado

Respostas para um futuro incerto

Realiza-se esta semana na Exponor em Matosinhos mais uma edição do QSP Summit, esse evento de referência na área do Marketing e Management que há muito prestigia o nosso país a nível internacional. O reputado escritor e cronista Malcolm Gladwell, autor de livros de sucesso como Outliers, será a figura cartaz entre oradores internacionais e nacionais de referência que nos ajudarão a tentar encontrar respostas para um futuro incerto. Vivemos um tempo de recomeço e reinvenção e a inovação e tecnologia vão ser elementos centrais nesta agenda de futuro, um desafio onde a capacidade individual e coletiva das pessoas vai marcar a diferença. Vivemos tempos complexos e como sempre uma vez mais vai ser fundamental o imperativo estratégico da mudança para agendar uma base sustentada de competitividade para a economia e a sociedade portuguesa. O QSP Summit irá certamente dar um contributo importante nesta matéria.

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No Alentejo algo de novo

Esta crise veio trazer de novo a aposta em regiões como o Alentejo para a agenda estratégica do país. As restrições colocadas em sede de realização de viagens e as condições de acolhimento que o Alentejo propicia estão a relançar a aposta em novos conceitos um pouco por todo o país. O Alentejo representa de facto uma nova oportunidade de relançamento da economia e de adaptação a uma nova filosofia de vida que esta pandemia veio trazer. Mas significa também a necessidade de ter uma visão clara de qual deve ser o foco que deve ser colocado do ponto de vista estratégico em termos de investimento e fixação de capital e de pessoas. No Alentejo, aos poucos, vamos tendo casos de sucesso que a todos nos orgulham e devem constituir um exemplo para o futuro.

Jaime Quesado

Porque é que as experiências fazem a diferença no turismo  

Esta crise veio trazer de novo a aposta na inovação para a agenda estratégica do país. As restrições colocadas em sede de realização de viagens e as condições de acolhimento que o nosso país propicia estão a relançar a aposta em novos conceitos um pouco por todo o país. A inovação com tradição representa de facto uma nova oportunidade de relançamento da economia e de adaptação a uma nova filosofia de vida que esta pandemia veio trazer. Mas significa também a necessidade de ter uma visão clara de qual deve ser o foco que deve ser colocado do ponto de vista estratégico em termos de investimento e fixação de capital e de pessoas. Neste tempo de verão e de férias, o Algarve também dá o exemplo e são vários os exemplos desta agenda que pudemos testemunhar de forma muito positiva.

Jaime Quesado

A inovação aberta no pós pandemia

O desafios com que Portugal se confronta neste tempo de pós pandemia implicam cada vez mais um novo paradigma, centrado na procura da excelência e na dinamização de novas capacidades de valor competitivo e inovador próprios de uma nova competência. O modelo de uma nova competência tem que assentar em novas variáveis de qualificação e capacitação, muito viradas para os novos factores críticos de competitividade, como a inteligência competitiva, a inovação aberta e a educação colaborativa. Devem ser eles a base de uma nova aposta coletiva voltada para uma verdadeira ambição de excelência e para a promoção de um verdadeiro contexto de competência na economia e na sociedade portuguesa.

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Recomeçar para Renovar e Reinventar

Agora que estamos no verão e num contexto de progressiva reabertura, importa lançar as bases para uma a verdadeira agenda de recomeço com renovação e reinvenção. A Inovação e Tecnologia vão ser elementos centrais nesta agenda de recuperação e resiliência, um desafio onde a capacidade individual e coletiva das pessoas vai marcar a diferença. Vivemos tempos complexos e como sempre uma vez mais vai ser fundamental o imperativo estratégico da mudança para agendar uma base sustentada de competitividade para a economia e a sociedade portuguesa. A Agenda de Mudança deverá assentar na Inovação e Criatividade como fatores centrais de uma nova confiança, de uma ambição global, de uma capacidade de construir soluções para novos problemas. Uma Sociedade da Inteligência. Precisamos dessa atitude em Portugal e por isso impõe-se uma cultura de mudança.

Jaime Quesado

Porque é que temos que ter uma agenda de Nation Brand

Este primeiro semestre foi particularmente intenso na discussão da importância de termos uma Nation Brand forte e de as nossas Marcas darem um contributo ativo para a imagem de um Portugal Moderno, Inovador e Global. Como está a Nation Brand do nosso país? Neste tempo de crise pandémica a Nation Brand do nosso país no Mundo precisa de ser consolidada. Nunca como agora os talentos portugueses espalhados pelo mundo são tão fundamentais para mostrar que há um novo capital de competência estratégica de base nacional. Numa época de crise complexa, esta aposta nestes novos embaixadores é um sinal de confiança na competitividade portuguesa e na capacidade muito concreta de se alterar duma vez por todas o modelo de desenvolvimento económico para o futuro. O futuro de Portugal faz-se com os portugueses e é essa a mensagem central que importa deixar nestes tempos complexos. Por isso apostar numa verdadeira Nation Brand é um desafio tão importante para a nossa agenda de futuro.

Jaime Quesado

A chave do investimento inteligente  

Agora que o Plano de Recuperação e Resiliência está no terreno e a Agenda 2030 nos confronta com novos desafios, Portugal precisa de voltar a apostar no Investimento. O Investimento é a chave central para uma Nova Agenda de Crescimento. Mas tem que ser um Investimento Inteligente. Os tempos mudaram e o paradigma hoje impõe a aposta no reforço de clusters com empresas de referência, aposta na inovação e criatividade, formação qualificada e capacitação estratégica. Vivem-se tempos de profunda crise internacional e no contexto da intensa competição entre regiões e mercados a urgência de um sentido estratégico mais do que se impõe. A criação de redes colaborativas geradoras de valor global é fundamental para o sucesso económico do país. Por isso vai ser preciso apostar numa agenda de investimento inteligente para o futuro.

Jaime Quesado

Porque é tão importante partilhar valor

Há lições que esta pandemia nos trouxe - uma delas prende-se com a importância de saber partilhar valor. A mensagem que Michael Porter defendeu num célebre texto da Harvard Business School a propósito do conceito de Valor Partilhado como um elemento central na gestão da competitividade do estado e das organizações ganha atualidade neste tempo de crise. Segundo o conceituado especialista, o Valor Partilhado gerado no mercado deverá ser partilhado de forma adequada e justa pela sociedade, de forma a garantir mecanismos de resposta às necessidades crescentes de segmentos da população sem alternativas de rendimento. O Valor Partilhado é assim o compromisso de afirmação da Responsabilidade Social por parte das organizações neste tempo de crise sem precedentes. E os grandes exemplos como o do Grupo Nabeiro - no ano em que o seu líder cumpriu 90 anos - são uma referência incontornável nesta agenda.