Jaime Quesado

Jaime Quesado

 Os clusters e a agenda de internacionalização inteligente da economia

Os Clusters voltam a assumir-se como a grande plataforma da Economia Portuguesa. Pretende-se apostar em Pólos de Competitividade e Internacionalização, que se assumam como verdadeiras plataformas para um novo Modelo Estratégico para a Economia Portuguesa. Em tempo de incerteza sobre a evolução da economia internacional, com a maior parte dos sectores de actividade confrontados com falta de perspectivas de recuperação, a dinamização desta agenda é essencial. Os Pólos de Competitividade e Internacionalização, como projectos integrados de base nacional, acabam por ser um importante teste à capacidade de encontrar novas soluções associadas à Inovação e Conhecimento, criando condições para uma nova aposta para o futuro. São por isso um grande desafio para o futuro.

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    Uma Agenda Estratégica para o Mar

Neste novo ano precisamos mais do que nunca de ter um sentido estratégico de Ambição e de Confiança. A recente atribuição do Prémio Pessoa ao Tiago Pitta e Cunha, que em vários contextos ao longo dos últimos anos tem feito um trabalho de excelência na promoção do Mar como Marca Estratégica, mostra que esta pode ser um bom exemplo duma aposta para o futuro. O Mar tem que ser percecionado cada vez mais como um fator de mobilização da nossa economia e sociedade para um desígnio de excelência, focado na construção de valor e na integração em redes internacionais inteligentes. A agenda estratégica para o Mar poderá e deverá ser muito a Agenda de uma Nação voltada para o futuro.

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Como está a economia portuguesa 15 anos depois?

Neste novo ano cumprem-se 15 anos sobre a publicação do meu primeiro livro O NOVO CAPITAL, à data apresentado, entre outros, por economistas de referência como Ernâni Lopes e Daniel Bessa. Celebrarei a data com uma sessão em que iremos ver onde está a nossa economia 15 anos depois. Apesar da evolução positiva registada em muitas áreas, o certo é que continuamos a ter índices muito baixos em fatores chave como são a qualificação, produtividade, capacidade de ter escala e outros associados. Tínhamos como economia e como sociedade a obrigação de em 2022, quinze anos depois, estarmos mais à frente nesta agenda de valor global e importa por isso acelerar a mudança para o futuro que aí vem.

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Um ano novo para um novo ano

Está aí o novo ano, um ano que tem que ser diferente do que está prestes a terminar. Esta crise pandémica está a provocar profundas alterações na nossa economia e na nossa sociedade. No novo ano, será muito importante que o estado, as empresas, as universidades e os cidadãos em geral estabeleçam um novo contrato de competência e confiança que permita encontrar as respostas adequadas para um conjunto de problemas que se vão agudizar, com impactos incertos e complexos ao nível da cadeia de valor da economia e do equilibro da sociedade. Precisamos por isso de saber responder de forma colaborativa e inteligente com vários desafios a este novo tempo, dos quais destaco cinco:

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O desafio de excelência da diáspora        

O papel da Diáspora Portuguesa volta a estar na ordem do dia com a realização em Cascais de mais um importante encontro que contará com a participação de reputados gestores e especialistas que terão oportunidade de abordar os novos desafios para o futuro. Portugal deve mais do que nunca potenciar o desafio da Diáspora. Nunca como agora os Talentos Portugueses espalhados pelo mundo são tão fundamentais para mostrar que há um novo capital de competência estratégica de base nacional. Numa época de crise complexa, esta aposta nestes novos embaixadores é um sinal de confiança na competitividade portuguesa e na capacidade muito concreta de se alterar duma vez por todas o modelo de desenvolvimento económico para o futuro. O futuro de Portugal faz-se com os Portugueses e é essa a mensagem central que importa deixar para o futuro. Por isso o desafio da Diáspora é tão importante para o nosso futuro.

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Um think tank voltado para o futuro

Este é um tempo em que importa discutir e partilhar ideias e pensamento voltado para o futuro. No âmbito da iniciativa Hotel 4.0 - na área do turismo e hotelaria - tem sido dinamizado um destes espaços - que integra um conjunto de gestores e especialistas que têm e discutido refletido as principais tendências e desafios que se colocam a esta fileira neste contexto de incerteza que a economia enfrenta com esta pandemia. A construção de novas soluções estratégicas para o futuro passa muito pela qualidade das ideias e propostas discutidas e partilhadas em grupo.

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Desafios para o novo ano digital

Estamos quase a iniciar um novo ano. E entre outros são muitos os desafios que a área digital tem pela frente neste novo tempo que irá começar. Desde que o Digital passou a estar presente no nosso dia a dia, a economia passou a ser confrontada com uma agenda de valor cada vez mais competitiva e global e a sociedade com a necessidade de fazer um compromisso permanente entre o acesso a uma informação sempre disponível e a preservação dum espaço privado sempre importante. A partir de 2022, que desafios temos pela frente no admirável mundo digital?

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Um exemplo de internacionalização inteligente

A abordagem dos mercados internacionais será cada vez mais um exercício inteligente, em que as empresas terão que fazer da inovação e qualidade os fatores de afirmação competitiva. Vários são os casos de sucesso nesta agenda, como é o caso da fileira do Mobiliário e das Indústrias da Madeira que tem marcado presença em novos mercados com reconhecido sucesso, como é o caso da zona do Médio Oriente. A recente presença no Dubai, liderada pelo dinâmico Presidente da AIMMP Vítor Poças, é um exemplo claro de que só com uma verdadeira internacionalização inteligente será possível dar sustentabilidade a um processo exigente e desafiante de criação de valor.

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Uma nova universidade para uma universidade nova

Esta crise pandémica que estamos a viver já está a alterar o comportamento da nossa economia e sociedade. Neste Novo Normal, a Universidade tem que mudar de forma drástica, tendo que saber reinventar-se e estabelecer uma nova agenda em termos do seu modelo pedagógico e na forma como se vai articular com os seus diferentes parceiros. A Universidade tem que saber protagonizar a sua própria mudança num tempo novo e num mundo mais complexo. A Universidade não pode ficar á espera. Precisamos de uma Nova Universidade capaz de perturbar o sistema e que se assuma como uma verdadeira Universidade Nova como plataforma de geração de conhecimento com valor para a economia e sociedade, num tempo em que tudo vai ser diferente.

Jaime Quesado

Desafios de futuro para as cidades

Por ocasião de mais uma edição em Lisboa do Portugal Smart Cities Summit algumas breves notas sobre os novos desafios das cidades num tempo complexo e incerto. As Cidades são cada vez mais o espaço público onde a intervenção individual se cruza com a manifestação coletiva de forma pensada e estruturada mas também informal e criativa. Desde as Cidades Digitais às Cidades Inteligentes, a afirmação de uma agenda aberta, centrada na colaboração entre pessoas e na construção competitiva de novas soluções geradoras de valor global. As Cidades são e devem ser cada vez mais comunidades onde o sentido da partilha deve ser a base de uma ideia nova de modernidade estratégica e bem-estar comum.