Rosália Amorim

Jornalista

Sou jornalista há mais de 20 anos e desde 3 de outubro de 2016 sou Diretora Editorial do Dinheiro Vivo. Antes disso, fui Diretora Executiva da Media Rumo (revista de economia Rumo, jornais Mercado e Vanguarda), que é parceira estratégica da Global Media Group. Fui Coordenadora de Economia do Jornal Expresso, Editora e Coordenadora-Geral da Revista Exame e, em simultâneo, comentadora do Jornal de Economia da SIC Notícias, de 2005 a 2015. Fui Coordenadora da Revista Única do jornal Expresso, Coordenadora da revista Intelligent Life/The Economist e Editora-Chefe da revista VOCÊ SA. Antes, fui jornalista e pivô de informação na Rádio Comercial. Sou autora do livro “O Homem Certo para Gerir uma Empresa é uma Mulher” (PrimeBooks, três edições), fui co-autora de “O Livro do Bem-Estar” com Rosa Lobato de Faria (Edimpresa) e fundadora e autora do blogue “Executivos Sem Gravata”, no site do Expresso. Sou licenciada em Relações Internacionais (Universidade Lusíada de Lisboa) e com formações diversas em Economia e Jornalismo pelo INSEAD, FLAD, Cenjor, Euronext Lisbon e Nova Business School. Sou frequentemente convidada como oradora e moderadora de conferências. E adoro contar boas histórias de vida, carreira, gestão e liderança.

Rosália Amorim

Pergunta aos homens de negócios

A economia está a marcar de forma decisiva as eleições legislativas de 2022. Num contexto de uma esperada pós-pandemia (mas em que continuamos a ver o cenário de endemia por um canudo), de crescente inflação e de uma tendência de subida de taxas de juro, são muitos os desafios que o próximo governo terá pela frente, independentemente das cores que vieram a constituir uma maioria parlamentar. Não se avizinha um quadro estável em termos macroeconómicos e isso dificultará a atuação de um próximo primeiro-ministro.

Rosália Amorim

O outro lado dos números

Boa notícia: a taxa de desemprego está em baixa. Terá recuado para 6,3% em novembro, segundo os dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). "A taxa de desemprego situou-se em 6,3%, menos 0,1 pontos percentuais do que no mês precedente, igual a três meses antes e menos 0,9 pontos percentuais do que um ano antes", indica o gabinete de estatística. A taxa de desemprego em Portugal, em outubro, ficou nos 6,4%. Já em novembro de 2020 estava nos 7,2%. Boas notícias.

Rosália Amorim

Travar "pulsões populistas" e atrair talento para Portugal

É fundamental mais proteção social na União Europeia para travar pulsões populistas", afirmou esta semana o primeiro-ministro. Um aviso a alguns partidos extremistas e populistas, já de olhos postos nas próximas eleições legislativas, marcadas para 30 de janeiro. O chefe de governo considerou essencial o reforço das medidas europeias de proteção social para compensar os custos das transições climática e digital em curso e alertou ainda que a exclusão alimenta as tendências populistas.

Rosália Amorim

Estabilidade, pedem os empresários

Nas últimas duas semanas, em diversas conferências e congressos com centenas de líderes de vários setores económicos, tomei nota das muitas preocupações suas, relacionadas com a evolução "demasiado lenta" da economia, com a saúde e a deterioração pandémica e, claro, o quadro político nacional. Gestores e empresários - jovens ou mais maduros e de várias cores partidárias - pedem duas coisas ao próximo governo, eleito a 30 de janeiro: "estabilidade e previsibilidade". Sem ambas, dizem que será muito difícil reerguer o tecido empresarial.

Rosália Amorim

Entre partidos, egos e a crise política, onde fica a economia? 

Não é um drama, e muito menos o fim do mundo, o país ser gerido em duodécimos. Mas, de preferência, que seja por pouco tempo. Uma vez que os partidos de esquerda, com o PS, desencadearam a crise política, então que se elucide a situação o mais rapidamente possível. Gerir uma nação em duodécimos é trabalhar em cima de um plano e de uma visão de curtíssimo prazo. Gerir em duodécimos é contar os tostões na carteira a cada mês - e muitas famílias não têm alternativa que não seja sobreviver deste modo -, mas o Estado não o deve fazer, se quiser olhar para o futuro e empreender por caminhos que lhe permitam cumprir com uma visão estratégica de médio ou longo prazo, útil aos cidadãos portugueses.