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António Ramalho: Há “um trabalho para fazer” no Novo Banco

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António Ramalho, que foi reconduzido no cargo de presidente executivo do Novo Banco, afirma ter "um trabalho para fazer" no banco.

António Ramalho, que foi reconduzido no cargo de presidente executivo do Novo Banco, afirma ter “um trabalho para fazer” no banco, que passa, por reconstrui-lo e resolver os seus problemas estruturais.

“Isso (recondução no cargo) foi uma questão que foi tratada em outubro. (Há) Um trabalho para fazer e isso é que entusiasma, naturalmente, todas as pessoas que envolvidas neste projeto, este projeto de reconstrução do Novo Banco”, afirmou ao DV, à margem da Money Conference, esta sexta-feira.

“O banco tem um processo de reconstrução em curso, é um processo que passa por resolver os seus problemas estruturais, a maior parte deles que tem a ver com o seu legado”, adiantou.

Mas, simultaneamente, o Novo Banco vai, “com a sua presença no mercado e a sua capacidade – sobretudo enquanto banco de empresas e de profissionais – dar a resposta que se espera que ele tenha, até porque foi nesse pressuposto que se fez a venda” do banco à Lone Star.

Questionado sobre se o banco vai necessitar de injeção adicional de capital, Ramalho afirmou que “esse é um acordo que os acionistas têm entre eles. “Não é uma distribuição tradicional de capital, é uma distribuição em função de perdas de ativos específicos e rácios mas isso desenvolve-se com a naturalidade normal”.

O Novo Banco, o banco criado para ficar com os ativos ‘bons’ do ex-BES, foi vendido em outubro de 2017 à norte-americana Lone Star, que ficou com 75% do capital, tendo o Fundo de Resolução ficado com os restantes 25%.

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