fusão

Aprovado projeto de fusão entre Banco Popular Portugal e Popular Factoring

A projetada operação de fusão "enquadra-se no processo de restruturação e redimensionamento da atividade" do Grupo Banco Popular

O projeto de fusão entre o Banco Popular Portugal e a Popular Factoring, detida pelo primeiro, foi hoje registado, mediante a transferência global do património da Popular Factoring para aquele banco, foi hoje anunciado em comunicado.

O documento enviado pelo Banco Popular Portugal ao regulador do mercado (CMVM- Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) adianta que foi aprovado o projeto fusão entre este banco e a Popular Factoring, sociedade cujo capital social é integralmente detido pelo Banco Popular Portugal, mas esta operação de fusão está ainda sujeita à aprovação do Banco de Portugal.

A operação será realizada “mediante a transferência global do património do Popular Factoring (sociedade incorporada) para o Banco Popular Portugal (sociedade incorporante)” e estabelece que toda a atividade de negócio passará a ser diretamente desenvolvida pela Popular Factoring.

O banco detalha que, “tratando-se de uma transmissão efetuada a título universal”, serão ainda transferidos para o Banco Popular Portugal todos os contratos, direitos e obrigações que vinculam a Popular Factoring perante terceiros.

Estes dizem respeito, por exemplo, a clientes, credores, trabalhadores e parceiros, sendo todos os trabalhadores da Popular Factoring integrados no Banco Popular Portugal, “sem perdas de quaisquer direitos adquiridos por estes últimos, nos termos das disposições legais aplicáveis”, lê-se no documento.

“Os efeitos contabilísticos e fiscais da fusão retroagirão ao dia 1 de janeiro de 2016, sendo, consequentemente, atribuída eficácia retroativa à fusão”, indica o comunicado.

A projetada operação de fusão “enquadra-se no processo de restruturação e redimensionamento da atividade” do Grupo Banco Popular, que assenta “na simplificação e racionalização da respetiva estrutura societária e operacional”.

Esta inclui a “simplificação dos trâmites burocráticos e da unificação das estruturas de apoio atualmente repartidas entre as duas instituições”, com o objetivo de “potenciar a redução de custos de estrutura, o aumento da eficiência na gestão de recursos, bem como a rentabilidade da operação de ‘factoring’ [atividade comercial, mista e atípica, que soma prestação de serviços à compra de ativos financeiros] e ‘confirming’ [solução que permite à empresa efetuar a gestão dos pagamentos aos seus fornecedores] “.

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