banca

Ativos financeiros de risco imediato da banca caem para 72,7 mil milhões

Banca

Face o ano anterior, foi registada uma diminuição de 2,8 mil milhões de euros.

Os ativos financeiros internacionais dos bancos portugueses, na ótica do risco imediato, situavam-se em 72,7 mil milhões de euros no primeiro trimestre, menos 2,7 mil milhões de euros face ao último trimestre de 2017, divulgou o Banco de Portugal esta quarta-feira.

Segundo as estatísticas bancárias internacionais em base consolidada, na ótica do risco de última instância, no primeiro trimestre deste ano, “os bancos portugueses detinham 74,5 mil milhões de euros de ativos financeiros internacionais, dos quais cerca de três quartos localizavam-se na União Europeia”.

Face o ano anterior, foi registada uma diminuição de 2,8 mil milhões de euros.

A diferença entre as duas óticas do risco (1,8 mil milhões de euros) representa uma transferência de risco líquida de Portugal para o exterior, ou seja, “corresponde a ativos dos bancos sobre entidades residentes mas que, em última instância, são garantidos por entidades não residentes”, explica o Banco de Portugal.

De acordo com a informação divulgada, a exposição em risco de última instância a Estados-membros da União Europeia e aos BRICS [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] manteve-se superior à exposição em risco imediato.

“Inversamente, no que respeita aos PALOP [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa], os bancos portugueses apresentavam maior exposição em risco imediato do que em risco de última instância: parte dos ativos que estes detinham sobre entidades residentes nos PALOP eram garantidos por entidades não residentes neste grupo de países”, segundo o Banco de Portugal.

A ótica do risco imediato refere-se à exposição aos países de residência dos agentes com quem o banco celebrou o contrato diretamente e que têm a responsabilidade imediata perante o banco.

Já a ótica do risco de última instância diz respeito à exposição aos países onde residem os agentes que garantem o cumprimento do contrato em substituição da entidade com quem este foi celebrado, refletindo a existência de garantias prestadas por um terceiro interveniente.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
7º aniversário do Dinheiro Vivo: Conferência - Sucesso Made in Portugal. 
Pedro Siza Vieira, Ministro da Economia
(Diana Quintela/ Global Imagens)

Made from Portugal: desafio para os próximos 7 anos

Lisboa, 11/12/2018 - 7º aniversário do Dinheiro Vivo : Conferência - Sucesso Made in Portugal, esta manhã a decorrer no Centro Cultural de Belém.
Rosália Amorim, Directora do Dinheiro Vivo; Antonoaldo Neves, CEO da TAP; João Carreira, Co-fundador e Chairman da Critical Software; Paulo Pereira da Silva, CEO da Renova; João Miranda, CEO da Frulact; Rafic Daud, Co-fundador e CEO da Undandy; Helder Dias, VP of Engeneering da Farfetch 
(Diana Quintela/ Global Imagens)

Um unicórnio na China, papel higiénico sexy e patê de algas

Dinheiro Vivo | Altran | ISQ

A luta pelo talento, frangos felizes e alfaces em Marte

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Ativos financeiros de risco imediato da banca caem para 72,7 mil milhões