Banco de Portugal pediu uma “auditoria forense” para apurar “comportamentos de gestão”

Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal
Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal

O Banco de Portugal pediu a realização de uma auditoria forense para que fossem apurados não impactos materiais, mas comportamentos de gestão.

“O Banco de Portugal solicitou uma auditoria forense que confirme o cumprimento total de todas as determinações prudenciais de ‘ring-fencing’ [anel que separa o GES do BES] emitidas relativamente às entidades não financeiras do GES”, afirmou o Governador do Banco de Portugal aos deputados, numa audição sobre o caso Espírito Santo.

Na sua intervenção, Carlos Costa explicou que esta auditoria não é para determinar impacto
materiais mas sim “comportamento de gestão”. E acrescentou que o resultado desta “iniciativa poderá ter consequências”.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Fotografia: direitos reservados

RGPD. Um ano depois, mercado português pede maturidade e legislação

Certificados

Famílias investiram uma média de 3,3 milhões por dia em certificados este ano

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (C), durante a cerimónia militar do Instituto Pupilos do Exército (IPE), inserido nas comemorações do 108.º aniversário da instituição, em Lisboa, 23 de maio de 2019.  ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Marcelo: “Quem não for votar, depois não venha dizer que se arrepende”

Outros conteúdos GMG
Banco de Portugal pediu uma “auditoria forense” para apurar “comportamentos de gestão”