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Banco Popular nega possível fusão mas defende concentração

Ángel Ron, presidente do Popular
Ángel Ron, presidente do Popular

Presidente do banco espanhol descartou qualquer fusão mas defende que a concentração do sector é "uma das soluções"

O presidente do Banco Popular Espanha, Ángel Ron, descartou hoje qualquer fusão com outra entidade, afirmando que “não estamos a fazer esta operação [aumento de capital] para uma fusão”, mas porque “acreditamos que os nossos acionistas terão mais vantagem com este aumento”.

Sobre os rumores de fusão com entidades como o Banco Sabadell, Ron argumenta que “já são muito antigos” e que “os rumores de fusão estão condicionados pela situação atual do sector, para a qual uma das soluções é a concentração”.

“Acredito que a concentração do sector é uma das soluções para o sector financeiro”, defendeu o presidente do Popular numa conferência.

Ainda assim, Ángel Ron não negou a existência de contactos com outras entidades – como o Banco Sabadell ou o Banco Santander – antes do aumento de capital de 2,5 mil milhões de euros. “Acreditamos que esta é a melhor forma de fortalecer o banco, o acionista e o cliente. Não temos especial interesse nestas operações e temos um banco muito sólido”, acrescentou.

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