Banco de Portugal

Banco de Portugal mantém dispensa da reserva contracíclica

Fotografia: TIAGO PETINGA/LUSA
Fotografia: TIAGO PETINGA/LUSA

Banco de Portugal mantém não imposição de reservas contracíclicas aos bancos no primeiro trimestre do próximo ano, mantendo-as em 0% até março

O Banco de Portugal (BdP) continua a não impor reservas contracíclicas aos bancos no primeiro trimestre do próximo ano, mantendo-as em 0% até março, tal como já tinha acontecido nos quatro trimestres deste ano.

“Por deliberação do Conselho de Administração do Banco de Portugal, no exercício das suas competências enquanto autoridade macroprudencial nacional”, é decidido “que a percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios a vigorar no 1.º trimestre de 2017 manter-se-á em 0% do montante total das posições em risco”, lê-se no portal do BdP.

Esta reserva aplica-se, a partir de dia 01 de janeiro de 2017, a todas as posições em risco de crédito, cuja contraparte seja o setor privado não financeiro nacional, de instituições de crédito e empresas de investimento sujeitas à supervisão do Banco de Portugal ou do Banco Central Europeu (Mecanismo Único de Supervisão).

“Esta decisão foi tomada depois de notificado o Banco Central Europeu, que não objetou à proposta do Banco de Portugal, e após consulta ao Conselho Nacional de Supervisores Financeiros”, informou o supervisor.

O BdP impõe diversas reservas de fundos próprios aos bancos para garantir que estes têm fundos próprios suficientes que permitam absorver perdas em caso de crise.

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