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BNI Europa traz para Portugal plataforma de compra de facturas a PME da Edebex

Pedro Pinto Coelho, presidente-executivo do BNI Europa
Pedro Pinto Coelho, presidente-executivo do BNI Europa

O BNI Europa e a Edebex acabam de disponibilizar em Portugal a plataforma online de compra e venda de facturas de Pequenas e Médias Empresas

O BNI Europa e a Edebex acabam de disponibilizar em Portugal a plataforma online de compra e venda de facturas de Pequenas e Médias Empresas (PME) da fintech belga.

Garantem que, no prazo médio de três dias, as PME recebem o dinheiro da venda das suas facturas, com um desconto médio de 1% a 1,5%, deixando de estar expostas ao risco de atraso ou de falha de pagamento por parte do cliente.

Segundo Xavier Corman, co-fundador e presidente-executivo da fintech belga, a plataforma da Edebex conta com dezenas de investidores que encontram neste negócio uma forma de obter rendimento, numa altura que as taxas de juro se encontram em mínimos históricos e não existem muitas alternativas rentáveis de investimento.

No caso de uma PME que venda uma factura com um valor de 10.000 euros, terá de pagar em média 275 euros de taxa de serviço, além da percentagem equivalente ao investidor, pelo que pode receber 9.625 euros.

“Queremos financiar as PME portuguesas em 150 milhões de euros anualmente, mas no primeiro ano pensamos financiar entre cinco a seis milhões de euros”, afirmou Corman na apresentação da parceria com o BNI Europa.

Para o banco, a parceria com a Edebex pode trazer mais clientes PME para o BNI Europa. “O BNI Europa tem feito parcerias com startups financeiras e achou que era interessante trazer este produto para Portugal”, disse Pedro Pinto Coelho, presidente-executivo do Banco BNI Europa.

A Edebex emprega cerca de 30 colaboradores a tempo inteiro na Bélgica e opera no mercado belga e em França.

“Cerca de 25% das falências de empresas são relativas a problemas de tesouraria”, indicou Corman, lembrando que os grandes bancos não têm interesse muitas vezes interesse em financiar empresas pequenas.

“O nosso alvo são PME com cerca de 10 trabalhadores e com um volume de negócios anual até cinco milhões”, adiantou.

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