fusão no BCP

Caixa BI: Reagrupamento de ações no BCP sem efeito para acionistas

Nuno Amado, presidente executivo do Millennium bcp
Nuno Amado, presidente executivo do Millennium bcp

A proposta em cima da mesa para reagrupar ações não terá qualquer efeito na posição financeira dos acionistas, diz o Caixa BI

A posição do Caixa BI não deixa margem para dúvidas: a proposta de reagrupamento de ações que será submetida à deliberação da Assembleia Geral de acionistas do Millennium BCP “trata-se de uma medida com efeito neutra do ponto de vista da posição financeira dos acionistas do banco”, disse André Rodrigues, citado pela Reuters.

“É nosso entendimento que se trata de uma decisão potencialmente positiva no médio e longo prazo, dado que o atual valor unitário das ações do banco, cerca de 0,04 euros, tende a transmitir uma perceção negativa sobre o mesmo”, referiu o analista em reação à proposta que pretende reagrupar as ações mediante a aplicação de um quociente de 1 para 193.

“De facto, esta medida tenderá a potenciar a entrada de novos acionistas no capital do banco. Neste contexto, salientamos as notícias mais recentes relativas a potenciais alterações na estrutura de capital do BCP”, detalhou o analista à Reuters.

Como o Conselho de Administração do BCP propõe também que seja suprimido o direito de preferência dos acionistas na subscrição de um ou mais aumentos de capital a deliberar, a Caixa BI entende que é um sinal para que o banco tenha “maior flexibilidade futura na gestão da sua posição de capital”, acrescentou ainda.

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