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Caixa Geral de Depósitos quer transição para cadernetas digitais

Paulo Maçedo, presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos. Fotografia: Nuno Pinto Fernandes / Global Imagens
Paulo Maçedo, presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos. Fotografia: Nuno Pinto Fernandes / Global Imagens

O banco tem como objetivo duplicar o número de clientes que utilizam canais digitais. E estuda criar caixas multibanco com reconhecimento facial.

A Caixa Geral de Depósitos está “a trabalhar para assegurar a transição para uma caderneta digital, revelou Paulo Macedo. O presidente do banco público disse que um dos desafios digitais que a instituição tem é o da “inclusão digital”.

“Um décimo dos cliente tem caderneta. São centenas de milhar”, disse Paulo Macedo na Banking Summit, uma conferência sobre a digitalização do setor bancário organizada pela SIBS e pela Associação Portuguesa de Bancos. O presidente da CGD referiu que o objetivo do banco “é que as pessoas que utilizam menos o digital o possam fazer”.

Essa é uma das estratégias para atingir o objetivo de duplicar nos próximos 18 meses o número de clientes que acedem a serviços do banco através da internet. Atualmente esse número é de um milhão, segundo Paulo Macedo.

Ainda no âmbito da digitalização, o presidente da CGD revelou que o banco está a estudar a “inserção de novas características”. E deu o exemplo das caixas multibanco com reconhecimento facial, que existem já no BNU Macau. “Estamos a analisar se essa deve ser uma prática”, disse.

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