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Carlos Tavares: “Dificilmente podia ter melhor acionista”

Dulce Mota, CEO do Banco Montepio e Carlos Tavares, chairman do Banco.
Fotografia: Gustavo Bom / Global Imagens
Dulce Mota, CEO do Banco Montepio e Carlos Tavares, chairman do Banco. Fotografia: Gustavo Bom / Global Imagens

O gestor anunciou que o Montepio deverá fazer uma emissão de dívida subordinada de 250 milhões de euros.

O Banco Montepio “dificilmente podia ter melhor acionista” do que a Associação Mutualista Montepio Geral, que “tem fins sociais que são nobres”, afirmou Carlos Tavares, chairman do banco.

Questionado sobre se o Montepio não pode ser afetado negativamente pela turbulência que tem afetado a Associação Mutualista, sobretudo no último ano, Tavares afastou essa possibilidade.

“Longe dessa conotação menos positiva, vejo a ligação do banco ao seu acionista como uma ligação positiva”, disse o gestor na apresentação da nova imagem do Banco Montepio.

Anunciou ainda o lançamento, até ao fim de março, do Banco Empresas Montepio, para servir as empresas com uma faturação superior a 20 milhões de euros. Carlos Tavares tem vindo a implementar um Plano de Transformação no grupo.

“O passado é o passado, o futuro é o futuro”, disse Dulce Mota, presidente executiva do Montepio.

Adiantou que o Montepio deverá fazer este ano uma emissão de dívida subordinada de 250 milhões de euros para reforçar o seu capital e assegurar o crescimento do banco e a expansão dos negócios.

Precisou que, ao contrário do que foi noticiado, o banco não tentou fazer uma emissão semelhante em 2018. “Entendemos que o banco não precisava dessa emissão de 250 milhões de euros”, disse.

Em atualização

 

 

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