Montepio

Carlos Tavares: Montepio vai conhecer fase de estabilização

Carlos Tavares, presidente do Banco Montepio.

( Gustavo Bom / Global Imagens )
Carlos Tavares, presidente do Banco Montepio. ( Gustavo Bom / Global Imagens )

Carlos Tavares confirmou à Lusa a disposição de continuar a ser o "chairman" do Montepio

O presidente do conselho de administração do Montepio, Carlos Tavares, disse hoje estar convencido de que vai haver uma estabilização do governo do Banco e confirmou que se vai manter como “chairman” da instituição.

“Estamos convencidos de que vamos finalmente ter uma estabilização do governo do banco Montepio, para que possamos trabalhar para que o banco possa desenvolver-se e corresponder àquilo que são as expectativas dos clientes e dos nossos acionistas, os 600 mil associados da associação mutualista que precisam que o banco seja rentável, eficiente e que sirva bem os seus clientes”, disse o responsável.

A declaração foi feita à margem da inauguração de um balcão de proximidade do Montepio em Avanca, Estarreja, quando questionado pela Lusa a comentar a proposta de Pedro Leitão para presidente executivo.

Carlos Tavares, que confirmou à Lusa a disposição de continuar a ser o “chairman” do Montepio, disse ainda que a exposição mediática não tem sido positiva, esperando que, tanto o Banco, como o Grupo Montepio, entrem numa nova fase que permita o seu desenvolvimento.

“Penso que não é positivo para o banco o ruído mediático que se gerou à volta do grupo Montepio como um todo, e espero que, quer o banco, quer o grupo, que estão a entrar numa nova fase com estas mudanças, tenham finalmente paz para trabalhar”, comentou.

Carlos Tavares inaugurou hoje o sétimo balcão de proximidade da instituição bancária, seguindo uma opção de estar mais próximo de populações “onde os outros estão menos” com balcões físicos, numa relação pessoal com os clientes.

“Há uma franja importante da população que ainda não tem necessariamente acesso aos canais digitais e que precisa da proximidade do banco”, justificou.

Sobre a escolha de Avanca, no concelho de Estarreja de onde é natural, para abrir mais um balcão, Carlos Tavares disse ter correspondido a estudos feitos que indicam ser aquela freguesia uma das localizações “onde se demonstrou que é possível ter uma presença que sirva a população e que seja rentável e interessante para o banco”.

“Avanca tem uma atividade empresarial interessante, uma população que precisa de serviços bancários onde há uma oferta relativamente pequena e é uma oportunidade de ter uma boa solução para todos: para os clientes e para o banco”, completou

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