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CGD vai gastar 150 milhões com reestruturação e cortar 25% à atividade

Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens
Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens

Plano da CGD prevê resultados recorrentes positivos já este ano e o regresso aos lucros a partir de 2018, diz Macedo

Os objetivos estratégicos impostos à CGD implicam chegar ao final de 2020 com não mais de 490 agências bancárias e 6650 colaboradores, números que comparam com os 717 balcões e 8113 trabalhadores com que o banco público contava no final de 2016, na atividade portuguesa.

Segundo as informações que estão agora a ser avançadas pela administração da CGD, o banco terá de otimizar a rede de agências, modernizar a sua plataforma comercial e racionalizar os serviços centrais, além de simplificar as suas estruturas. No total, o banco público vai gastar 150 milhões de euros com a reestruturação com que avançará até 2020, quantificou Paulo Macedo.

Assim, e de acordo com as metas divulgadas pela CGD, o banco deve reduzir em 25% o total dos balcões, um corte idêntico ao exigido em termos de recursos humanos. O objetivo final será reduzir os custos operacionais de 834 milhões para 720 milhões, ou menos 20%.

“O número global de saídas mantém-se face ao que já era conhecido [menos 2200 trabalhadores] e avançará através de pré-reformas e talvez rescisões por mútuo acordo”, detalhou Macedo.

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