Comissão de inquériro

CGD: “Organização interna da Caixa era realmente muito débil”

O ex-membro de órgão de fiscalização da Caixa Geral de Depósitos (ROC), Manuel de Oliveira Rego, fala durante a sua audição na II Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à Gestão do Banco, na Assembleia da República, em Lisboa, 02 de abril de 2019. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
O ex-membro de órgão de fiscalização da Caixa Geral de Depósitos (ROC), Manuel de Oliveira Rego, fala durante a sua audição na II Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à Gestão do Banco, na Assembleia da República, em Lisboa, 02 de abril de 2019. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Manuel de Oliveira Rego, ex-revisor de contas da CGD, foi chamado à comissão parlamentar de inquérito à recapitalização do banco público.

O antigo revisor oficial de contas da Caixa Geral de Depósitos (CGD) Manuel de Oliveira Rego considerou que até 2006 a organização do banco público era “muito débil”.

“Com a salvaguarda que essa responsabilidade é nossa, sociedade de Oliveira Rego, até 2006, efetivamente, nesse período, a organização interna da Caixa Geral de Depósitos era efetivamente muito débil”, considerou o ex-responsável pela revisão oficial de contas do banco público.

Manuel de Oliveira Rego está a ser ouvido na comissão parlamentar de inquérito à recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à gestão do banco, no parlamento, em Lisboa.

“Por exemplo, repare, e isto indo ao extremo, ainda no primeiro ano deste período, 2000, o controle de risco era feito pelos comerciais”, disse Oliveira Rego ao deputado do PSD Carlos Silva.

No entanto, referiu que isso “correspondia a situações idênticas do setor, e se se olhasse para o lado as exigências se calhar eram mais complicadas”.

Mais tarde, Pedro Miguel Bastos, sócio da Oliveira Rego & Associados que acompanha Manuel de Oliveira Rego na audição parlamentar, respondeu a Mariana Mortágua, do BE, que em 2006 o manual de gestão de risco da CGD estava ainda em atualização e não era um documento que estivesse fechado.

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