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CGD reduziu 448 trabalhadores e fechou 22 agências em 2015

José de Matos, ainda presidente da CGD Foto: José Mota / Global Imagens
José de Matos, ainda presidente da CGD Foto: José Mota / Global Imagens

A CGD baixou o seu quadro de pessoal em 448 funcionários, a maioria no âmbito do programa de reformas antecipadas, e encerrou 22 balcões.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) baixou o seu quadro de pessoal em 448 funcionários, a maioria no âmbito do programa de reformas antecipadas, e encerrou 22 balcões no mercado português durante o ano passado, informou hoje o banco público.

A entidade liderada por José de Matos chegou ao final de dezembro com um total de 8.410 trabalhadores (contra 8.858 em 2014) e com 764 agências (face às 786 que tinha em 2014) em Portugal.

Do total das saídas (448) de trabalhadores, 311 foram englobadas no programa de reformas antecipadas lançado pelo banco estatal no ano passado.

A informação foi passada aos jornalistas durante a apresentação das contas de 2015, tendo José de Matos revelado que o programa de reformas antecipadas, designado por Plano Horizonte, atraiu “bem mais” de 1.000 candidatos.

Além dos mais de 300 que já saíram do banco depois de se candidatarem e verem o seu processo aceite pela gestão da CGD, durante 2016 ainda podem sair mais cerca de 700 pessoas só no âmbito deste programa.

“A redução pode chegar aos 1.000” colaboradores em números largos, revelou o líder da CGD, indicando que nas contas de 2015 já foram reconhecidos custos de 65 milhões de euros relacionados com a antecipação das reformas.

Este valor já inclui o número de trabalhadores que saiu efetivamente do banco em 2015 e os que ainda vão deixar a CGD ao longo do presente ano.

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