Análise

DBRS melhora perspetiva para o rating do BCP

BCP
BCP

A agência canadiana espera que o BCP continue a reduzir o crédito malparado e o custo do risco.

A DBRS melhorou a perspetiva para o rating do BCP de estável para positiva. Mas manteve a notação em BB alto (a um nível de sair de lixo). A agência canadiana explica, numa nota divulgada esta segunda-feira, que a subida da perspetiva com as expetativas de que “ajudado pelas condições económicas positivas em Portugal, pela forte posição em Portugal e pela melhoria da gestão de risco, o BCP reduza mais o crédito malparado e o custo do risco”.

A subida da perspetiva sinaliza que a DBRS antecipa que poderá subir o rating no médio prazo. Para tirar a notação de um nível classificado como lixo na gíria dos mercados, a agência sinaliza que o banco tem de continuar a reduzir o malparado a um ritmo significativo e a melhorar a rentabilidade em Portugal.

A DBRS nota que a rentabilidade do banco melhorou em 2017, e que essa tendência continuou no primeiro trimestre deste ano. Apesar da melhoria na atividade doméstica, a agência nota que a rentabilidade continua a ser afetada pelo “elevado custo do risco”. Ainda assim, a agência destaca que o banco fez “progressos significativos no seu perfil de risco e na redução do malparado nos últimos 15 meses”.

Os analistas da agência canadiana acreditam que o plano para continuar a reduzir o crédito malparado em 2018 para 6,1 mil milhões de euros está ao alcance do banco.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
O antigo secretário de Estado da Energia e da Inovação, Henrique Gomes, fala perante a Comissão Parlamentar de Inquérito ao Pagamento de Rendas Excessivas aos Produtores de Eletricidade, na Assembleia da República em Lisboa, 23 de janeiro de 2019. TIAGO PETINGA/LUSA

Henrique Gomes disse que “Mexia é osso duro de roer” e teve de sair da REN

A área alimentar gerou vendas históricas de quatro mil milhões de euros. Fotografia: D.R.

Sonae atinge vendas recorde de 6,3 mil milhões com impulso do Natal

António Costa, primeiro-ministro, e Mário Centeno, ministro das Finanças, num debate parlamentar sobre o OE2019. Fotografia: REUTERS/Rafael Marchante

Universidade Católica prevê menos crescimento em 2018 e 2019

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
DBRS melhora perspetiva para o rating do BCP