crédito à habitação

Descida dos juros facilita renegociação de créditos à habitação

Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens
Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens

Spreads atuais para novos contratos contrastam com aqueles que foram conseguidos entre 2008 e 2015. Deco aconselha particulares a renegociar valores.

O aumento da concorrência entre os bancos fez cair a margem de lucro de algumas instituições para perto de 1%. Os spreads mínimos e médios atuais, para novos contratos, contrastam assim com aqueles que foram conseguidos por quem pediu créditos entre 2008 e 2015. A situação cria oportunidades para a renegociação desses empréstimos, escreve o Público, esta segunda-feira.

Entre 2013 e 2018, os spreads médios praticados pelos bancos caíram de 2,9% para 1,5%, efeito esse mais evidente nos contratos a taxa variável, ou seja, tendo por base as taxas Euribor (atualmente em valores negativos) acrescidas do spread.

Segundo a Deco Proteste, os particulares com spreads acima de 1,5% devem tentar renegociar esses valor. Para isso devem pesquisar o que o mercado oferece e reunir pelo menos três propostas que apresentem valores mais baixos e tentar negociar com o banco. Esta pressão por parte dos clientes pode “desencadear essa revisão”, explica o diário.

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