Cultura

Inteligência Artificial e duetos improváveis à volta do cérebro

(Copyright Leonel Moura www.gulbenkian.pt)
(Copyright Leonel Moura www.gulbenkian.pt)

Exposição da Gulbenkian e Serralves faz parte do plano de reforço do apoio do Bankinter à cultura.

Cérebros e Robôs (com José Santos-Victor, do IST, e o artista conceptual Leonel Moura), O Cérebro Social (Hunter Halder, da ReFood, e Larry Young, da Emory University) ou Extensões da Mente (Amy Sterling, da Eyewire, e o artista e cientista Alaa Abi Haidar) são apenas três dos temas escolhidos para duetos improváveis à volta do cérebro.

A iniciativa, que conta com um programa com perto de uma dezena de encontros de mentes na Gulbenkian, está integrada na exposição Cérebro, mais vasto que o céu, e promete conversas bem interessantes sobre a formação do pensamento, as ideias e a capacidade de as concretizar, a possibilidade e dificuldades de criar Inteligência Artificial e tantas outras questões que ainda permanecem envoltas em mistério, mas que estarão em debate pelas mentes brilhantes de alguns dos maiores especialistas em áreas diversificadas.

Os encontros, eventos científicos e artísticos que contarão com a presença de personalidades de referência internacional, acontecem às quartas-feiras, pelas 18.30 (veja aqui o programa completo), mas a exposição pode ser visitada todos os dias na Galeria Principal do Edifício Sede da Fundação Calouste Gulbenkian, até ao início de junho.

Reforço ao apoio cultural em Portugal

Organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian, por ocasião dos 150 anos do nascimento de Calouste Sarkis Gulbenkian, um visionário e uma das personalidades mais marcantes do século XX, Cérebro, mais vasto que o céu beneficia do apoio do Bankinter, mecenas da exposição e que também se tornou, já neste ano, Fundador de Serralves, com o objetivo de estimular “o interesse e o conhecimento de públicos de diferentes origens e idades pela arte contemporânea, pela arquitetura, pela paisagem e por temas críticos para a sociedade e o seu futuro”. As associações a duas instituições mundialmente reconhecidas fazem parte de uma estratégia “de proximidade do Bankinter, no apoio à cultura, à partilha de conhecimento, à inovação e ao desenvolvimento tecnológico”.

“O reforço do apoio do Bankinter à cultura através dos dois protocolos formalizados este ano com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação de Serralves é mais uma forma de proximidade do banco e de apoio ao desenvolvimento da sociedade”, explica Alberto Ramos, CEO do banco espanhol em Portugal, que acredita ser sua missão “apoiar as famílias e as empresas, sendo o fomento da cultura e do conhecimento parte integrante dessa missão”.

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