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Mais de 11 mil notas falsas retiradas de circulação no primeiro semestre

Fotografia: Kacper Pempel/ Reuters
Fotografia: Kacper Pempel/ Reuters

O número de notas contrafeitas tiradas de circulação aumentou em Portugal no primeiro semestre do ano. Na área do euro houve uma queda.

Foram retiradas mais notas contrafeitas de circulação em Portugal. No primeiro semestre foram detetadas 11.290 notas falsas, o que compara com o número de 8.077 registado no mesmo período de 2017. E se em Portugal o número de notas contrafeitas identificadas está a aumentar, no resto da área do euro está a descer.

“Em Portugal, durante o primeiro semestre de 2018, foram retiradas da circulação 11.290 notas contrafeitas de euro, representando 3,8% das notas contrafeitas detetadas na área do euro”, revela o Banco de Portugal no Boletim de Notas e Moedas divulgado esta quarta-feira.

Notas contrafeitas

No primeiro semestre de 2017, segundo o boletim desse ano, as notas contrafeitas detetadas em Portugal representavam 2,5% do total da área do euro. No total da zona euro nos primeiros seis meses do ano foram retiradas de circulação 301 mil notas falsas. No período homólogo tinham sido detetadas mais de 230 mil.

As notas mais falsificadas

Em Portugal a nota mais falsificada também difere do resto da zona euro. “A denominação mais contrafeita foi a de 20 euros; no Eurosistema, a denominação de 50 euros foi a mais contrafeita”, indica o Banco de Portugal. Quase sete em cada dez notas falsas detetadas em Portugal são de 20 euros. Na zona euro, mais de metade das notas contrafeitas são de 50 euros.

O total de notas contrafeitas retiradas de circulação em Portugal no primeiro semestre equivalia a um valor de quase 380 mil euros. Na zona euro esse montante superava os 17 milhões de euros.

Em relação a Portugal, o supervisor refere que “as contrafações detetadas em circulação no primeiro semestre de 2018 são de qualidade regular e podem ser facilmente identificadas, recorrendo apenas a uma observação cuidada dos elementos de segurança da nota de euro, através da metodologia “Tocar – Observar – Inclinar” e sem necessidade de instrumentos auxiliares de verificação”.

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