Jardim Gonçalves: “Nada fiz que revele as infrações que me são imputadas”

Jardim Gonçalves recorre da condenação
Jardim Gonçalves recorre da condenação

“Nada fiz que revele as infrações que me são imputadas pela CMVM, nem a mim nem aos restantes arguidos. O que havia a fazer está feito e, por isso, não exigia a intervenção dos reguladores”, afirmou esta manhã o antigo presidente do BCP.

Na sua declaração final, Jardim Gonçalves adiantou que “não queríamos expor o banco. A atitude que tive foi a mesma que tive em muitos outros casos”.

“O banco encontrou a sua própria solução. Estou certo que o tribunal entenderá as minhas medidas e também a minha convição que se tivesse analisado as contas do banco com mais rigor e mais detalhe, a minha atitude e a solução tomada teria sido exatamente a mesma”, adiantou.

“O banco foi tomado de assalto e em 2007 um dos seus responsáveis decidiu levar este caso para servir de meio para fazer esse assalto. O banco optou por não se defender e já este caso já trouxe uma pesada punição. Perdeu o banco, os seus acionistas e perdemos nós”, acrescentou Jardim Gonçalves.

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