Jorge Tomé: “As negociações com a Guiné Equatorial estão vivas”

Jorge Tomé, presidente do Banif
Jorge Tomé, presidente do Banif

A Guiné Equatorial ainda pode vir a ser acionista do Banif. "As negociações estão vivas, mas são sempre negociações", afirmou Jorge Tomé, presidente do Banif, na sessão especial de bolsa do aumento de capital de 138,5 milhões de euros do banco.

“Esta operação significa a
devolução do Banif aos privados”, explicou. O Banif conseguiu
assim reduzir a participação do Estado no capital do banco para
60,5%, a que correspondem 49% de direitos de voto. Ou seja, o Estado
deixa de ser o acionista maioritário.

Atualmente ainda permanecem no Estado
700 milhões de euros, para conseguir atingir, numa primeira fase 800
milhões de euros de capitalização bolsista, o Banif tem de
recomprar ao Estado cerca de 250 milhões de euros, explicou Jorge
Tomé.

Questionado como o pretende fazer, o
presidente do Banif adiantou que ” o objetivo de 250 milhões de
euros podemos fazer em duas tranches. Um dos objetivos é capturar
novos investidores. A Guiné Equatorial é uma possibilidade que
continua bem viva e estamos a falar 100 milhões de euros. Depois
sobram 150 milhões de euros. O próprio Banif tem no seu plano de
reorganização para libertar capital”.

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