resultados trimestrais

Lloyds de Horta Osório penalizado no terceiro trimestre

Português António Horta Osório lidera banco Lloyds
Português António Horta Osório lidera banco Lloyds

Antecipação de problemas contenciosos do Lloyds afectou os resultados do terceiro trimestre.

Entre julho e setembro deste ano, os resultados do banco inglês recuaram 3% perante os 500 milhões de libras (691 milhões de euros) que tiveram de ser colocados de parte para acomodar eventuais custos de judiciais relacionados com a venda de seguros de crédito – seguros para empréstimos -, um caso que está a abalar o sistema bancário inglês.

Pelas contas do Financial Times as provisões constituídas pelo banco para ‘atacar’ este problema ascendem já a 14 mil milhões.

António Horta Osório refere, em comunicado, que o banco pode olhar “com confiança” para o mercado, centrando-se num modelo “simples e de baixo risco”.

Nos primeiros nove meses deste ano continuámos a fazer progressos para nos tornarmos o melhor banco para clientes e acionistas

Entre janeiro e setembro deste ano os custos operativos do banco caíram 1%. As receitas estabilizaram em 13, milhões de libras (18,2 milhões de euros) e os empréstimos somavam 455 milhões de libras (627 milhões de euros). Por seu lado, os depósitos ascendiam a 418 milhões de libras (578 milhões de euros).

Houve ainda uma melhoria do rácio de capital do banco  – core tier 1 – para 13,7%.

Apesar dos lucros, as ações do banco inglês seguiam a perder 4% perante os riscos que envolvem os seguros de crédito e as verbas disponibilizadas para fazer frente a custos judiciais.

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