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Lucro do Lloyds cai 3,9% na primeira metade do ano

António Horta-Osório, presidente executivo do Lloyds. Fotografia: REUTERS/Stefan Wermuth
António Horta-Osório, presidente executivo do Lloyds. Fotografia: REUTERS/Stefan Wermuth

Lloyds enfatizou que a incerteza económica "poderá ter um impacto" na perspetiva de longo prazo do banco.

O Lloyds Banking Group teve um lucro líquido no primeiro semestre do ano de 2.225 milhões de libras (2.425 milhões de euros), menos 3,9% do que no mesmo período do ano anterior.

Em comunicado enviado à Bolsa de Valores de Londres, o Lloyds informou que o lucro antes dos impostos, até ao final de junho, foi de 2.897 milhões de libras (3.157 milhões de euros), uma queda de 7% em relação ao período homólogo.

O rendimento total atingiu 23.140 milhões de libras (25.222 milhões de euros), enquanto os empréstimos concedidos aos clientes no semestre foram de 441.000 milhões de libras (480.690 milhões de euros).

Os depósitos totalizaram 418.000 milhões de libras (455.620 milhões de euros), enquanto o índice empréstimo/depósitos foi de 106%, igual ao período homólogo.

Em relação ao nível de solvência, o índice CET1 foi de 14,5%, contra 15,1% no mesmo semestre do ano anterior.

O grupo bancário sublinhou que, embora a economia britânica seja forte diante do ‘brexit’, “a incerteza contínua está a causar impacto” e enfraquece a confiança dos empresários.

O Lloyds enfatizou ainda que a incerteza económica “poderá ter um impacto” na perspetiva de longo prazo do banco.

Apesar de um declínio no investimento das empresas no segundo trimestre de 2019, o setor do consumo continua forte, com aumento do nível de emprego e uma subida dos salários, o que ajuda o consumo e o crescimento da economia do país.

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