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Lucros do BFF Banking Group sobe para 98,8 milhões

Massimiliano Belingheri, CEO do grupo (Foto: BFF Banking Group)
Massimiliano Belingheri, CEO do grupo (Foto: BFF Banking Group)

CEO enfatiza "ano recorde em termos de lucro, rendimento de capital, créditos a clientes e controlo de riscos".

O BFF Banking Group (Banca Farmafactoring S.p.A.) apresentou hoje lucros ajustados de 98,8 milhões de euros no último ano, uma subida de 8% relativamente ao mesmo período de 2018. “Foi um ano recorde em termos de lucro, rendimento de capital, créditos a clientes e controlo de riscos”, comentou Massimiliano Belingheri, CEO do grupo.

O banco indica dividendos esperados por ação de 0,415 euros, um dividend yield (relativamente à cotação de fecho do ano) de 7,3%, apresentando uma subida de 15% nos créditos líquidos a clientes, para 5,118 milhões.

O rácio de NPL líquidos/créditos a clientes situa-se nos 0,1% (excluindo os municípios italianos sob supervisão), com os custos de risco anuais nos 6 pontos base – 3 pontos base se excluirmos a linha de factoring para PME em run-off, especifica o banco.

“Continuamos a apresentar lucros aos nossos investidores. A nossa estratégia de crescimento internacional continua a gerar proveito, com 41% dos créditos a clientes a ocorrerem fora de Itália, o que nos permite apresentar um serviço melhor aos clientes”, junta ainda Massimiliano Belingheri. O CEO acrescenta, em comunicado enviado às redações, que o BFF continua a investir no negócio e nas iniciativas que irão apoiar o crescimento do negócio, “sempre em linha com as diretrizes que foram estabelecidas no plano BFF 2023 do grupo”. “Com a aquisição da IOS Finance, reforçamos o nosso negócio em Espanha e cumprimos com a nossa estratégia de M&A.”

Sobre esta operação, o grupo lembra que “o processo de aquisição do IOS Finance concluiu-se a 30 de setembro de 2019, pelo que os dados de P&L (Profits & Losses) deste comunicado de imprensa (tanto os valores ajustados como os reportados) apenas incluem a IOS Finance para o último trimestre de 2019 (Q4) com impacto marginal. Todos os custos extraordinários relacionados com esta aquisição (incorridos ou esperados para esta integração) de 1,3 milhões (depois de impostos) e o impacto líquido extraordinário e positivo do imposto da Goodwill na ordem dos 1,5 milhões de euros foram já reportados como gastos nos resultados financeiros P&L (Profits & Losses) de 2019″, esclarece a instituição.

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